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Câmara quer ouvir investigadores do assassinato de ex-ministro do TSE

Câmara quer ouvir investigadores do assassinato de ex-ministro do TSE

Atualizado: Quinta-feira, 2 Dezembro de 2010 as 9:47

A Comissão de Segurança da Câmara aprovou nesta quarta-feira (1) um requerimento convidando delegadas e representantes do Ministério Público envolvidos na investigação do assassinato do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Guilherme Villela. João Monteiro Neto, secretário de Segurança do Distrito Federal, também foi convidado. Por se tratar de convite, nenhum dos chamados é obrigado a comparecer.

O crime aconteceu em agosto do ano passado, em Brasília. Villela, sua esposa, Maria, e a empregada Francisco Nascimento da Silva foram encontrados mortos a facadas na residência do casal, na quadra 113 da Asa Sul, bairro nobre de Brasília.

No início das investigações, a polícia chegou a afirmar que o responsável pelas mortes era "conhecido e ligado à família". Adriana Vilela, filha do casal chegou a ser presa e foi indiciada pela por participação no crime.

No último dia 15 de novembro, porém, a polícia prendeu o ex-porteiro Leonardo Alves, que assumiu o assassinato. Segundo ele, o crime foi cometido porque ele foi "destratado" pelo ministro ao pedir um emprego. O Ministério Público acusa Adriana Vilella de ser a mandante do crime. A filha do casal nega as acusações.

Além do secretário, foram convidados pela comissão as delegadas Mabel de Fátima e Deborah Menezes, o representante do MP, Maurício Miranda, e o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF), Francisco Caputo.

Na comissão de Direitos Humanos da Casa também foi aprovado um requerimento relativo ao crime. O objetivo é que representantes da comissão acompanhem as investigações dos assassinatos.

Por: Eduardo Bresciani

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