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Carcaças retiradas do Rio Tietê são doadas para cooperativa de reciclagem

Carcaças retiradas do Rio Tietê são doadas para cooperativa de reciclagem

Atualizado: Quarta-feira, 7 Outubro de 2009 as 12

Parte das 54 carcaças de carros que tinham sido abandonadas no Rio Tietê, entre a Zona Leste da capital paulista e a cidade de Guarulhos, na Grande São Paulo, foi doada para uma cooperativa de reciclagem no Itaim Paulista, na Zona Leste da capital.

No total, a entidade recebeu 24 carcaças, tratou o material e vendeu para uma indústria. Os R$ 2.500 conseguidos com o negócio foi distribuído entre os cooperados e vai ajudá-los a repor o que foi gasto após um incêndio destruir, há cerca de seis meses, o galpão onde eles trabalhavam.

O cemitério de carcaças foi descoberto durante a expedição do flutuador pelo Rio Tietê. Depois que o problema foi noticiado, o Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee) - responsável pelo rio - montou uma operação para retirar os materiais do rio. Foram usados dois guindastes e uma plataforma flutuante.

A polícia já analisou 15 carcaças e conseguiu encontrar os donos de 12 carros. Os outros três estavam totalmente destruídos e não foi possível fazer a identificação. Segundo a polícia, os carros foram roubados desde o ano passado nas cidades de Guarulhos e Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, e também na capital paulista.

Segundo o delegado Vilson Genestrete, os donos dos veículos têm direito a recuperar o que restou do automóvel. “No caso da vítima abrir mão de receber estes veículos, vai ser encaminhado a uma ONG ou feita uma doação com autorização judicial", afirmou o delegado.

Parte das 54 carcaças de carros que tinham sido abandonadas no Rio Tietê, entre a Zona Leste da capital paulista e a cidade de Guarulhos, na Grande São Paulo, foi doada para uma cooperativa de reciclagem no Itaim Paulista, na Zona Leste da capital.

No total, a entidade recebeu 24 carcaças, tratou o material e vendeu para uma indústria. Os R$ 2.500 conseguidos com o negócio foi distribuído entre os cooperados e vai ajudá-los a repor o que foi gasto após um incêndio destruir, há cerca de seis meses, o galpão onde eles trabalhavam.

O cemitério de carcaças foi descoberto durante a expedição do flutuador pelo Rio Tietê. Depois que o problema foi noticiado, o Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee) - responsável pelo rio - montou uma operação para retirar os materiais do rio. Foram usados dois guindastes e uma plataforma flutuante.

A polícia já analisou 15 carcaças e conseguiu encontrar os donos de 12 carros. Os outros três estavam totalmente destruídos e não foi possível fazer a identificação. Segundo a polícia, os carros foram roubados desde o ano passado nas cidades de Guarulhos e Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, e também na capital paulista.

Segundo o delegado Vilson Genestrete, os donos dos veículos têm direito a recuperar o que restou do automóvel. “No caso da vítima abrir mão de receber estes veículos, vai ser encaminhado a uma ONG ou feita uma doação com autorização judicial", afirmou o delegado.

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