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Citados por tráfico de influência se calam em depoimento à PF

Citados por tráfico de influência se calam em depoimento à PF

Atualizado: Sexta-feira, 5 Novembro de 2010 as 10:31

A Polícia Federal tomou mais dois depoimentos nesta quinta-feira (4) sobre o suposto tráfico de influência na Casa Civil. Segundo a assessoria da PF, Adriano da Silva Costa e João Batista Marques de Souza, ambos da Synergy Consultoria, não responderam às perguntas.

A Synergy é suspeita de envolvimento em suposto tráfico de influência na Casa Civil. Segundo a revista "Veja", é uma das empresas usadas por Israel Guerra, filho da ex-ministra Erenice Guerra, para intermediar negócios com a Casa Civil, pelos quais cobrava comissões chamadas de “taxas de sucesso”.

O advogado de João Batista, Emiliano Aguiar, se negou a falar sobre o depoimento e a investigação. “O inquérito agora é sigiloso”, justificou. Adriano da Silva Costa não deu declarações ao deixar a Superintendência da Polícia Federal em Brasília.

O depoimento da diretora da empresa MTA, Tatiana Blanco, também estava previsto para esta quinta (4), mas foi adiado para segunda-feira (8) às 14h30. A MTA teria sido beneficiada em um contrato com os Correios. Nem ela, nem o advogado compareceram à Polícia Federal nesta quinta.

A denúncia do suposto esquema de tráfico de influência no ministério levou à queda da ministra Erenice Guerra. Ela entregou o cargo em 16 de setembro, após denúncia envolvendo seu filho Israel Guerra e servidores da Casa Civil.

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