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Corpo carbonizado encontrado no interior de SP já está no IC

Corpo carbonizado encontrado no interior de SP já está no IC

Atualizado: Quinta-feira, 22 Julho de 2010 as 9:08

Parte do corpo carbonizado encontrado em Cachoeira Paulista, a 212 km de São Paulo, no dia 26 de junho, já está no Instituto de Criminalística (IC) de São Paulo para ser analisado. Os peritos vão avaliar se o corpo é de uma mulher e se o material genético é compatível com o de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno, desaparecida desde 24 de junho.

A polícia da cidade fez um ofício para que o Instituto Médico-Legal (IML) de Guaratinguetá, a km da capital paulista, encaminhasse o material para São Paulo. “Nós requisitamos o mapeamento genético desse material, com a finalidade de se saber se é do sexo feminino ou masculino. Caso seja do sexo feminino nós entraremos em contato com Belo Horizonte para que haja um confronto com o material colhido já existente”, explicou o delegado Mário Celso Senne.

O local onde o corpo foi encontrado fica distante 40 km da Via Dutra. Vários trechos da estrada que vão até o local são bem precários, dificultando a viagem. O corpo foi queimado entre pneus e pedaços de madeira a 15 metros da estrada. O delegado afirma que não foram registrados recentemente boletins de ocorrência de desaparecimento no município.

Caso Eliza Samudio

Nascida em Foz do Iguaçu (PR), Eliza Samudio se mudou para São Paulo e posteriormente para o Rio. Em 2009, teve um relacionamento com o goleiro Bruno. Ela engravidou e afirmou que o pai de seu filho é o atleta. O bebê nasceu no início de 2010 e, agora, está com a mãe da jovem, em Mato Grosso do Sul.

A polícia mineira começou a investigar o sumiço de Eliza em 24 de junho, depois de receber denúncias de que uma mulher foi agredida e morta perto do sítio de Bruno. Os delegados já consideram Eliza morta. O corpo dela ainda não foi localizado.

Oito pessoas estão presas na Região Metropolitana de Belo Horizonte, por suspeita de envolvimento no desaparecimento da jovem, incluindo Bruno. Todos negam o crime.

No Rio, o goleiro e o amigo dele, Luiz Henrique Ferreira Romão, conhecido como Macarrão, são investigados por suspeita de participação no sequestro da jovem. Os dois também negam

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