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Cresce o número de casamentos e "recasamentos" no país, diz pesquisa

Cresce o número de casamentos e "recasamentos" no país, diz pesquisa

Atualizado: Sexta-feira, 9 Outubro de 2009 as 12

O número de casamentos legais no Brasil cresceu em todas as regiões brasileiras entre os anos de 1998 e 2007. Em todo o país, a taxa de nupcialidade (obtida pela divisão do número de casamentos pelo número de habitantes, e multiplicada por mil), passou de 6,1, em 1998, para 6,7, em 2007. Foram considerados os casamentos e a população com 15 anos ou mais de idade.

Os dados, divulgados nesta sexta-feira, 9 de outubro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são parte da Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2009. O estudo analisa dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2008, divulgada em setembro.

De acordo com o IBGE, em alguns casos, o crescimento absoluto no número de casamentos legais foi inferior ao aumento da população de 15 anos ou mais de idade. Esses casos foram observados em Rondônia, Piauí, Sergipe, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Mato Grosso, onde houve queda na taxa de nupcialidade.

No Rio Grande do Sul, onde também houve queda, a taxa da nupcialidade passou de 4,9, em 1998, para 4,2, em 2007.

O aumento no número de casamentos está relacionado, segundo o estudo, à melhoria no acesso aos serviços de Justiça e pelas ofertas de casamentos coletivos, iniciativas que facilitaram o acesso da população sob os aspectos burocrático e econômico.

'Recasamentos'

O número de recasamentos também tem crescido nos últimos anos. Em 2007, os recasamentos representavam 16,1% do total das uniões formalizadas em cartório no Brasil. Em 1998, os recasamentos totalizavam 10,1%. São considerados recasamentos os eventos nos quais pelo menos um dos cônjuges tinha o estado civil divorciado ou viúvo.

Ainda segundo a análise, os percentuais mais elevados de recasamentos são observados entre homens divorciados que casaram com mulheres solteiras (de 4,5% para 7,1% entre 1998 e 2007), se comparados às mulheres divorciadas que se uniram formalmente a homens solteiros (de 2,1% para 3,7% no mesmo período).

Para o IBGE, as transformações nos padrões de organização da sociedade brasileira têm gerado aspectos como a fragmentação da família, em função do, seus novos arranjos familiares (casais que vivem em casas separadas e aumento do número de pessoas que moram sozinhas).

Gravidez na adolescência

O estudo do IBGE mostra que, seguindo a tendência de queda da fecundidade no país , as mulheres jovens estão tendo menos filhos. Em 1998, 7,6% das adolescentes entre 15 e 17 anos já tinham filhos. Em 2008, esse índice caiu para 6,3%.

A região onde ocorreu a maior redução foi a Sul, onde em 1998 o percentual era de 8,5%, acima da média brasileira, e em 2008 caiu para 4%. Na Região Norte, o índice de adolescentes dessa faixa etária com filhos se manteve estável em torno de 10,5%.

O número de casamentos legais no Brasil cresceu em todas as regiões brasileiras entre os anos de 1998 e 2007. Em todo o país, a taxa de nupcialidade (obtida pela divisão do número de casamentos pelo número de habitantes, e multiplicada por mil), passou de 6,1, em 1998, para 6,7, em 2007. Foram considerados os casamentos e a população com 15 anos ou mais de idade.

Os dados, divulgados nesta sexta-feira, 9 de outubro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são parte da Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2009. O estudo analisa dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2008, divulgada em setembro.

De acordo com o IBGE, em alguns casos, o crescimento absoluto no número de casamentos legais foi inferior ao aumento da população de 15 anos ou mais de idade. Esses casos foram observados em Rondônia, Piauí, Sergipe, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Mato Grosso, onde houve queda na taxa de nupcialidade.

No Rio Grande do Sul, onde também houve queda, a taxa da nupcialidade passou de 4,9, em 1998, para 4,2, em 2007.

O aumento no número de casamentos está relacionado, segundo o estudo, à melhoria no acesso aos serviços de Justiça e pelas ofertas de casamentos coletivos, iniciativas que facilitaram o acesso da população sob os aspectos burocrático e econômico.

'Recasamentos'

O número de recasamentos também tem crescido nos últimos anos. Em 2007, os recasamentos representavam 16,1% do total das uniões formalizadas em cartório no Brasil. Em 1998, os recasamentos totalizavam 10,1%. São considerados recasamentos os eventos nos quais pelo menos um dos cônjuges tinha o estado civil divorciado ou viúvo.

Ainda segundo a análise, os percentuais mais elevados de recasamentos são observados entre homens divorciados que casaram com mulheres solteiras (de 4,5% para 7,1% entre 1998 e 2007), se comparados às mulheres divorciadas que se uniram formalmente a homens solteiros (de 2,1% para 3,7% no mesmo período).

Para o IBGE, as transformações nos padrões de organização da sociedade brasileira têm gerado aspectos como a fragmentação da família, em função do, seus novos arranjos familiares (casais que vivem em casas separadas e aumento do número de pessoas que moram sozinhas).

Gravidez na adolescência

O estudo do IBGE mostra que, seguindo a tendência de queda da fecundidade no país , as mulheres jovens estão tendo menos filhos. Em 1998, 7,6% das adolescentes entre 15 e 17 anos já tinham filhos. Em 2008, esse índice caiu para 6,3%.

A região onde ocorreu a maior redução foi a Sul, onde em 1998 o percentual era de 8,5%, acima da média brasileira, e em 2008 caiu para 4%. Na Região Norte, o índice de adolescentes dessa faixa etária com filhos se manteve estável em torno de 10,5%.

O número de casamentos legais no Brasil cresceu em todas as regiões brasileiras entre os anos de 1998 e 2007. Em todo o país, a taxa de nupcialidade (obtida pela divisão do número de casamentos pelo número de habitantes, e multiplicada por mil), passou de 6,1, em 1998, para 6,7, em 2007. Foram considerados os casamentos e a população com 15 anos ou mais de idade.

Os dados, divulgados nesta sexta-feira, 9 de outubro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são parte da Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2009. O estudo analisa dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2008, divulgada em setembro.

De acordo com o IBGE, em alguns casos, o crescimento absoluto no número de casamentos legais foi inferior ao aumento da população de 15 anos ou mais de idade. Esses casos foram observados em Rondônia, Piauí, Sergipe, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Mato Grosso, onde houve queda na taxa de nupcialidade.

No Rio Grande do Sul, onde também houve queda, a taxa da nupcialidade passou de 4,9, em 1998, para 4,2, em 2007.

O aumento no número de casamentos está relacionado, segundo o estudo, à melhoria no acesso aos serviços de Justiça e pelas ofertas de casamentos coletivos, iniciativas que facilitaram o acesso da população sob os aspectos burocrático e econômico.

'Recasamentos'

O número de recasamentos também tem crescido nos últimos anos. Em 2007, os recasamentos representavam 16,1% do total das uniões formalizadas em cartório no Brasil. Em 1998, os recasamentos totalizavam 10,1%. São considerados recasamentos os eventos nos quais pelo menos um dos cônjuges tinha o estado civil divorciado ou viúvo.

Ainda segundo a análise, os percentuais mais elevados de recasamentos são observados entre homens divorciados que casaram com mulheres solteiras (de 4,5% para 7,1% entre 1998 e 2007), se comparados às mulheres divorciadas que se uniram formalmente a homens solteiros (de 2,1% para 3,7% no mesmo período).

Para o IBGE, as transformações nos padrões de organização da sociedade brasileira têm gerado aspectos como a fragmentação da família, em função do, seus novos arranjos familiares (casais que vivem em casas separadas e aumento do número de pessoas que moram sozinhas).

Gravidez na adolescência

O estudo do IBGE mostra que, seguindo a tendência de queda da fecundidade no país , as mulheres jovens estão tendo menos filhos. Em 1998, 7,6% das adolescentes entre 15 e 17 anos já tinham filhos. Em 2008, esse índice caiu para 6,3%.

A região onde ocorreu a maior redução foi a Sul, onde em 1998 o percentual era de 8,5%, acima da média brasileira, e em 2008 caiu para 4%. Na Região Norte, o índice de adolescentes dessa faixa etária com filhos se manteve estável em torno de 10,5%.

O número de casamentos legais no Brasil cresceu em todas as regiões brasileiras entre os anos de 1998 e 2007. Em todo o país, a taxa de nupcialidade (obtida pela divisão do número de casamentos pelo número de habitantes, e multiplicada por mil), passou de 6,1, em 1998, para 6,7, em 2007. Foram considerados os casamentos e a população com 15 anos ou mais de idade.

Os dados, divulgados nesta sexta-feira, 9 de outubro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são parte da Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2009. O estudo analisa dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2008, divulgada em setembro.

De acordo com o IBGE, em alguns casos, o crescimento absoluto no número de casamentos legais foi inferior ao aumento da população de 15 anos ou mais de idade. Esses casos foram observados em Rondônia, Piauí, Sergipe, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Mato Grosso, onde houve queda na taxa de nupcialidade.

No Rio Grande do Sul, onde também houve queda, a taxa da nupcialidade passou de 4,9, em 1998, para 4,2, em 2007.

O aumento no número de casamentos está relacionado, segundo o estudo, à melhoria no acesso aos serviços de Justiça e pelas ofertas de casamentos coletivos, iniciativas que facilitaram o acesso da população sob os aspectos burocrático e econômico.

'Recasamentos'

O número de recasamentos também tem crescido nos últimos anos. Em 2007, os recasamentos representavam 16,1% do total das uniões formalizadas em cartório no Brasil. Em 1998, os recasamentos totalizavam 10,1%. São considerados recasamentos os eventos nos quais pelo menos um dos cônjuges tinha o estado civil divorciado ou viúvo.

Ainda segundo a análise, os percentuais mais elevados de recasamentos são observados entre homens divorciados que casaram com mulheres solteiras (de 4,5% para 7,1% entre 1998 e 2007), se comparados às mulheres divorciadas que se uniram formalmente a homens solteiros (de 2,1% para 3,7% no mesmo período).

Para o IBGE, as transformações nos padrões de organização da sociedade brasileira têm gerado aspectos como a fragmentação da família, em função do, seus novos arranjos familiares (casais que vivem em casas separadas e aumento do número de pessoas que moram sozinhas).

Gravidez na adolescência

O estudo do IBGE mostra que, seguindo a tendência de queda da fecundidade no país , as mulheres jovens estão tendo menos filhos. Em 1998, 7,6% das adolescentes entre 15 e 17 anos já tinham filhos. Em 2008, esse índice caiu para 6,3%.

A região onde ocorreu a maior redução foi a Sul, onde em 1998 o percentual era de 8,5%, acima da média brasileira, e em 2008 caiu para 4%. Na Região Norte, o índice de adolescentes dessa faixa etária com filhos se manteve estável em torno de 10,5%.

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