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Criança de 2 anos cai do 3º andar em clínica no subúrbio do Rio

Criança de 2 anos cai do 3º andar em clínica no subúrbio do Rio

Atualizado: Sexta-feira, 2 Setembro de 2011 as 8:11

Um menino de dois anos ficou ferido na quinta-feira (1º) após cair do terceiro piso da Clínica da Família Marcos Valadão, em Acari, no subúrbio do Rio de Janeiro. As informações foram confirmadas pela Polícia Civil e pela família da vítima. Segundo a polícia, a criança caiu no vão localizado entre uma escada rolante e a grade de proteção.

De acordo com o microempresário Nelson Greemboldt Alves Buss, de 34 anos, tio da criança, a clínica foi inaugurada há pouco tempo e ainda está em fase de acabamento.

Nelson contou que o sobrinho acompanhava os pais numa consulta e sofreu o acidente quando se desequilibrou ao apoiar a mão no corrimão da escada rolante: “Meu sobrinho passou por um vão de cerca de 40 centímetros, entre a grade de proteção e a escada rolante, e caiu sobre uns bancos de madeira que estavam no subsolo. Foi tudo muito rápido. Ele foi socorrido por uma enfermeira da própria clínica que presenciou a queda", disse.

A Clínica da Família Marcos Valadão é administrada pela Secretaria municipal de Saúde do Rio de Janeiro e fica perto do Hospital municipal Ronaldo Gazolla. Segundo o site da Secretaria, a unidade foi inaugurada no dia 15 de julho, e conta com um Centro de Referência para Obesos. No local, funcionam ainda nove consultórios, salas de observação clínica, procedimentos e curativos.

O G1 tentou entrar em contato com a Secretaria municipal de Saúde, mas até a publicação desta reportagem ninguém tinha sido encontrado para comentar o caso.

Criança está em estado grave

Através do Twitter, o Hospital municipal Ronaldo Gazolla, para onde a criança foi levada logo após o acidente, informou que o menino está em estado grave e foi encaminhado para a UTI Neonatal do hospital. Ainda de acordo com a unidade, a criança foi transferida por volta das 22h05 de quinta-feira. O tio informou que o sobrinho foi levado para o Hospital Souza Aguiar, no Centro.

“A transferência só foi possível após a chegada de uma ambulância com UTI, que era o tipo de ambulância que ele precisava. Como o hospital não tinha esse tipo de ambulância, a secretaria mandou uma para lá. O meu irmão (pai da criança) e a minha cunhada estão muito abalados”, completou o microempresário.

O caso foi registrado na 39ª DP (Pavuna).          

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