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Defeito em cabo de baixa tensão causou fumaça no Centro, diz Light

Defeito em cabo de baixa tensão causou fumaça no Centro, diz Light

Atualizado: Quarta-feira, 31 Agosto de 2011 as 12:59

Um defeito num cabo de baixa tensão, próximo a uma obra na rede subterrânea da Light, foi o responsável pela fumaça vista na manhã desta quarta-feira (31) na Rua Senhor dos Passos, no Centro do Rio. As informações são da assessoria da própria Light.

Segundo a empresa, não houve registro de interrupção de energia e técnicos fazem a  manutenção na região.

Leia abaixo a íntegra da nota:

"Técnicos da Light estão trabalhando próximo ao número 163 da Rua Senhor dos Passos, no Centro, onde um cabo de baixa tensão apresentou defeito. No local, houve registro de fumaça próximo a uma obra na rede subterrânea da companhia. A empresa esclarece que está realizando serviços de manutenção na região. Não houve registro de interrupção de energia".

Risco de explosão foi constatado durante vistoria

nos bueiros (Foto: Divulgação / Seconserva)

  Nove bueiros tem alto risco de explosão

Em duas semanas de monitoramento no Rio, nove dos 1.422 bueiros vistoriados na cidade apresentaram 100% risco de explodir, segundo informou a Secretaria municipal de Conservação na terça-feira (30).

O balanço, de 12 até 26 de agosto, inclui inspeções feitas em Copacabana, Ipanema, Leblon, na Zona Sul, e no Centro.

De acordo com a Secretaria, nos nove casos, o protocolo de emergência foi acionado e as áreas de risco foram isoladas para evitar acidentes.

Inspeção é feita por empresa terceirizada

No dia 5 de agosto, a prefeitura anunciou que havia contratado uma empresa terceirizada para o trabalho. Na época, a prefeitura informou que a iniciativa previa a inspeção de 10 mil bueiros por mês, mesmo que não houvesse risco de explosão. O serviço é realizado pela Concremat, contratada em caráter emergencial por seis meses. O contrato custará aos cofres públicos cerca de R$ 4,2 milhões.

De acordo com a prefeitura do Rio, doze equipes trabalham em turnos diurno e noturno. O monitoramento é feito em caixas de inspeção e câmaras transformadoras. Os técnicos utilizam detectores para verificar a presença de gás inflamável e explosivos. A incidência de altas temperaturas também é checada com o apoio de um termovisor.          

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