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Dilma deve convocar secretários de segurança em março, diz ministro

Dilma deve convocar secretários de segurança em março, diz ministro

Atualizado: Sexta-feira, 21 Janeiro de 2011 as 9:28

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse na tarde desta quinta-feira (20) em Minas Gerais, que a presidente Dilma Rousseff deve convocar para o mês de março uma reunião entre os secretários de segurança pública dos estados. Cardozo está percorrendo alguns estados a fim de traçar estratégias conjuntas no combate ao crime organizado, uma das princpais proposta de governo de Dilma. Nesta quinta, ele conversou com o governador de Minas, Antonio Anastasia..

" A presidenta Dilma Rousseff elegeu a questão do combate ao crime organizado, o combate à violência e o combate às drogas como uma das questões centrais do seu governo. E sabemos que é impossível que se cumpra uma prioridade dessas sem uma profunda integração entre o governo federal e os governos estaduais", disse o ministro.

Cardozo já esteve em São Paulo conversando com o governador Geraldo Alkcmin sobre o tema. Nesta sexta (21), o ministro estará em Porto Alegre, onde conversa com o governador Tarso Genro. Espírito Santo e Rio de Janeiro devem ser os próximos estados visitados pelo ministro.

"A presidente Dilma vai querer convocar em março uma reunião dos secretários que tratam da questão da segurança pública, ou seja, dos secretários que, de acordo com as nomeações dos estados, mexem com essa área", afirmou Cardozo.

Battisti

Ainda em Minas Gerais, o ministro da Justiça voltou a defender a decisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que negou a extradição do ex-ativista italiano Cesare Battisti.

"Tenho absoluta convicção que a decisão que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tomou em relação ao Césare Batistti foi uma decisão, em primeiro lugar, fundada rigorosamente na ordem jurídica brasileira. Não há nada a se reparar em relação à decisão tomada pelo presidente da República do ponto de vista da sua constitucionalidade, do ponto de vista da adequação ao tratado internacional", disse o ministro.

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