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Dilma diz que vai subir em dois palanques em Goiás

Dilma diz que vai subir em dois palanques em Goiás

Atualizado: Quarta-feira, 2 Junho de 2010 as 3:28

A pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, disse nesta quarta-feira (2) em entrevista à Rádio Terra FM, de Goiânia, que subirá em dois palanques no Estado, o do PMDB do ex-prefeito Iris Resende, e do PP, que lançou Vanderlan Carlos para suceder o atual governador Alcides Rodrigues.

Outro partido da base governista, o PRB, também lançou pré-candidato ao governo goiano, Ênio Tatico, e reivindica o apoio da ex-ministra. Sem querer melindrar nenhuma legenda, Dilma afagou a base aliada durante a entrevista.

- Quem garantiu as melhorias do país durante a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi um conjunto de partidos: PMDB, PP, PR, PRB, PCdoB, PSB, PDT, junto com o PT.

A pré-candidatura da ex-ministra já tem o apoio oficial do PMDB, mas ainda disputa o PP em nível nacional, uma vez que o partido tem sido cortejado também pelo PSDB de José Serra.

A presidenciável lembrou ter tido boa relação com Íris e Alcides durante sua permanência no governo federal e que pretende manter ambos como suportes de sua candidatura no Estado.

- As duas pré-candidaturas representam um conjunto de forças que estão na base de alianças que pretendemos manter, representado pelo grupo do governador Alcides e por outro lado o grupo do Iris Resende.

Segundo ela, tanto o PMDB, quanto o PP têm a mesma concepção de projetos de governo.

- Vou voltar aqui e vou estar nos dois palanques porque temos essa trajetória de ações feitas.

Durante quase uma hora de entrevista, a ex-ministra repetiu o que tem dito em outras entrevistas, como o fato de ser este o momento de o país ser governado por uma mulher.

- Conquistamos um lugar na sociedade. A mulher cuida, incentiva e fiscaliza, para saber se as coisas vão bem.

A pré-candidata também prometeu desonerar remédios, investimentos, exportação e folha salarial, e prometeu construir o Aeroporto de Goiânia, parado há anos por causa de questionamentos do TCU (Tribunal de Contas da União).

- Sempre tentamos um acordo para não ter que fazer tudo outra vez. Mas do jeito que está é mais fácil abrir outra licitação. Eu vou resolver essa questão, que virou uma questão pessoal. É um absurdo isso não tem sido resolvido.

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