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Dilma recebe lenço das mães e avós da Praça de Maio

Dilma recebe lenço das mães e avós da Praça de Maio

Atualizado: Terça-feira, 1 Fevereiro de 2011 as 10:14

A presidente Dilma Rousseff se reuniu às 15h30 desta segunda-feira (31), na Argentina, com as mães e avós da Praça de Maio, mulheres que perderam os filhos e netos na ditadura argentina. O encontro foi na Casa Rosada, sede do goveno do país.

Aplaudida de pé, Dilma recebeu um lenço branco, símbolo do grupo de senhoras que luta há 33 anos para esclarecer a morte dos filhos e encontrar netos que foram adotados ilegalmente durante o regime autoritário.

Depois de cumprimentá-las, Dilma acenou, ao lado da presidente argentina, Cristina Kirchner, do balcão da Casa Rosada. A presidente brasileira foi recebida por populares com gritos de "Dilma, Dilma".

A reunião com as mães e avós da Praça de Maio é simbólico porque Dilma lutou contra a ditadura militar no Brasil e chegou a ser torturada. Emocionadas com o encontro, as mães e avós da Praça de Maio deram longos abraços na presidente. A presidente das Avós da Praça de Maio, Estela de Carlotto, ficou encarregada de entregar o lenço a Dilma.

Ao G1, Estela disse, neste domingo, esperar que a presidente brasileira batalhe para esclarecer as circunstâncias das mortes de militantes brasileiros nas décadas de 60 e 70. Para ela, a "memória da ditadura" é essencial para evitar o retorno de formas opressivas de governo.

"Não nos cabe a menor dúvida de que a presidente Dilma buscará a verdade da justiça e da memória. Vai buscar a verdade de uma história de opressão da ditadura. Queremos saber quantas são as vítimas da ditadura no Brasil", afirmou.saiba mais

Ao G1, Estela disse, neste domingo, esperar que a presidente brasileira batalhe para esclarecer as circunstâncias das mortes de militantes brasileiros nas décadas de 60 e 70. Para ela, a "memória da ditadura" é essencial para evitar o retorno de formas opressivas de governo.

"Não nos cabe a menor dúvida de que a presidente Dilma buscará a verdade da justiça e da memória. Vai buscar a verdade de uma história de opressão da ditadura. Queremos saber quantas são as vítimas da ditadura no Brasil", afirmou.saiba mais

Por: Nathalia Passarinho

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