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'Ele era uma pessoa calma', diz genro de vítima de latrocínio em SP

'Ele era uma pessoa calma', diz genro de vítima de latrocínio em SP

Atualizado: Sexta-feira, 27 Maio de 2011 as 3:53

Uma vítima de latrocínio entre a noite de quinta e madrugada desta sexta-feira (27) no Butantã, na Zona Oeste de São Paulo, teria reagido ao assalto, segundo um vizinho que presenciou o crime. A reação do sogro surpreendeu o genro, que afirmou que o sogro era calmo.

Osmar José Pereira foi atacado por dois jovens armados quando chegava a sua casa, onde morava há mais de 40 anos. “Ele discutiu com os bandidos, se atracou com o bandido”, afirmou o vizinho Eduardo Mogardo.     O genro de Osmar ficou surpreso de saber que o sogro reagiu. “Ele é uma pessoa calma”, disse Rogério da Silva Leite.

Quatro pessoas morreram baleadas por ladrões de quinta para sexta na capital paulista. Na Mooca, na Zona Leste da capital, dois amigos de 64 e de 59 anos foram assassinados na porta de casa quando estacionavam o carro.

Um motorista foi assassinado na Avenida Cupecê,na Zona Sul de São Paulo. Os ladrões armados chegaram pela frente do carro, como se estivessem atravessando a rua. Eles queriam levar o veículo, atiraram e mataram o motorista. O delegado José Ademar de Souza disse que a vítima reagiu e ressaltou que a polícia não recomenda reagir.

Geralmente, a vítima não percebe quando é escolhida pelo ladrão. Durante o assalto, a surpresa da vítima pode parecer reação. Os momentos de maior risco são ao chegar em casa ou parar nos cruzamentos.

Os casos de roubo seguidos de morte cresceram no início deste ano: três casos foram registrados em janeiro, cinco, em fevereiro e 15, em março. Em abril, houve uma queda: foram seis registros. O número deste mês ainda não está fechado.

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