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Em Minas Gerais, 102 cidades já decretaram situação de emergência

Em Minas Gerais, 102 cidades já decretaram situação de emergência

Atualizado: Quarta-feira, 26 Janeiro de 2011 as 1:15

Em boletim divulgado nesta quarta-feira (26), a Defesa Civil de Minas Gerais confirmou que 102 cidades já decretaram situação de emergência por causa da chuva no estado. Itamarandiba, na Região do Vale do Jequitinhonha e Soledade de Minas, na Região Sul do estado, foram as últimas a decretar.  

Ao todo, a Defesa Civil de Minas registrou 17 mortes em decorrência das chuvas, sendo a primeira morte no dia 23 de novembro de 2010 e a mais recente, no dia 20 de janeiro de 2011. Segundo o boletim, 1.325.216 pessoas foram afetadas pelas chuvas no estado, sendo que 92 delas ficaram feridas, 17.654 foram desalojadas e 2.678 desabrigadas. Minas não tem registro de nenhuma pessoa desaparecida.

Desde o início da temporada que a Defesa Civil considera chuvoso, que começou em outubro de 2010, 253 casas e 156 pontes foram destruídas e 6.770 casas e 488 pontes, danificadas.

Das 100 cidades, 27 cidades tiveram o decreto de situação de emergência homologado ou reconhecido. O decreto passa a ser homologado quando o estado analisa o relatório da prefeitura e aprova as informações. O decreto passa a ser reconhecido na terceira etapa do processo, quando o relatório é encaminhado para o Ministério da Integração Nacional e também é aprovado.

As cidades que estão com decreto homologado ou reconhecido são: Divino, Itueta, Muriaé, Jampruca, Matipó, Guarará, Mathias Lobato, Galiléia, Entre Folhas, Ponte Nova, Santana dos Montes, Cataguases, Lajinha, Mantena, Tumiritinga, Eugenópolis, Resplendor, Miraí, Goiabeira, Governador Valadades, Guaraciaba, Cuparaque, Belo Horizonte, Ubá, Visconde do Rio Branco, Coração de Jesus, Itanhomi.

No boletim da Defesa Civil divulgado nesta quarta-feira, 54 cidades que decretaram situação de emergência estão em análise pela Defesa Civil, antes da fase de homologação. Desde outubro, 21 cidades tiveram o decreto arquivado, o que significa, segundo a Defesa Civil, que as informações prestadas não configuravam a gravidade exigida na situação de emergência.    

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