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"Enterrado Vivo" faz suspense com claustrofobia e guerra

"Enterrado Vivo" faz suspense com claustrofobia e guerra

Atualizado: Sexta-feira, 10 Dezembro de 2010 as 11:15

"Você precisa de US$ 1 milhão de dólares até as 21h de hoje, ou será deixado para morrer nesse caixão." O ultimato dado ao motorista de caminhão Paul Conroy (Ryan Reynolds, de " A Proposta "), em "Enterrado Vivo", já diz muito sobre o que esperar desta produção, em que tensão, suspense e até críticas à guerra ao terror, empreendida pelos Estados Unidos, são a tônica desta claustrofóbica experiência. Já nos créditos iniciais, o desconforto é imediato . Como o título indica, Paul foi enterrado vivo. Dentro do caixão, com pouco oxigênio, e munido apenas de um isqueiro e um celular, não entende o que está acontecendo.

A partir dos telefonemas aterrorizados que passa a dar, o público percebe o motivo do infortúnio: contratado como motorista de uma empresa norte-americana no Iraque, o comboio de Paul foi atacado por terroristas, que o fizeram refém em um sequestro.

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