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Escolas já têm datas para as férias de julho

Escolas já têm datas para as férias de julho

Atualizado: Segunda-feira, 5 Julho de 2010 as 10:40

Um dos momentos mais aguardados dos estudantes está chegando: as férias escolares. Para que este momento não sofresse transtornos semelhantes aos do ano passado, em que foi preciso ampliar os dias por conta da epidemia da gripe A (H1N1), a Secretaria de Estado da Educação (Seed), a Secretaria Municipal da Educação de Curitiba (SME) e o Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinepe-PR) decidiram, no início do ano, já deixar previamente agendado este período.

O presidente do Sinepe-PR, Ademar Batista Pereira, conta que a maioria das escolas particulares do Paraná irá dar férias aos estudantes ao mesmo tempo: do dia 5 até 26 de julho.

“Achamos que seria interessante as escolas pararem neste período para evitar novos problemas com a gripe A, pois todos foram pegos de surpresa ano passado. Felizmente, ao que tudo indica, não deveremos sofrer estes contratempos, uma vez que a vacinação e o fato da gente planejar com bastante antecedência contribuiu para que isso não ocorra. Isso vai fazer com que a gente não sofra a pressão que houve em 2009. Apenas algumas poucas cidades do interior, como Foz do Iguaçu (oeste do Estado), vão dar férias em datas diferentes”, afirma.

Os alunos das escolas estaduais são os que mais vão ter dias de férias: quatro semanas de descanso. De acordo com a assessoria de imprensa da Seed, o motivo para estender esse período deve-se ao fato de que estão seguindo uma determinação proposta pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) como precaução para evitar a propagação da gripe A. Com isso, os cerca de 1,4 milhão de estudantes estarão de férias do dia 17 de julho até 15 de agosto.

Já os 100 mil estudantes das 170 escolas municipais de Curitiba e as 35 mil crianças das 171 creches ficarão sem aulas do dia 10 de julho até 1.º de agosto. A assessoria de imprensa da prefeitura informa que este ano as férias vão seguir o ritmo normal.

O descanso só seria aumentado caso houvesse um novo surto do vírus Influenza A. Entretanto, como neste ano a doença está mais sob controle, não foi necessário utilizar um plano B.

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