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Frentistas depõem sobre rapaz morto por engano pela polícia de Cuiabá

Frentistas depõem sobre rapaz morto por engano pela polícia de Cuiabá

Atualizado: Quinta-feira, 26 Maio de 2011 as 4:08

A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá (DHPP) começou a ouvir as testemunhas do caso que resultou na morte do profissional autônomo Gilson Silva Alves, de 33 anos, por dois investigadores, nesta segunda-feira (23), em Várzea Grande, região metropolitana da capital.

O crime ocorreu em um posto de combustível, localizado na Rodovia dos Imigrantes. Os primeiros convocados pela delegada Sílvia Pauluzi, uma das responsáveis pelo inquérito, a prestar informações sobre o incidente foram os proprietários e funcionários do estabelecimento.

Os frentistas do posto estão sendo ouvidos nesta quinta-feira (26) pela delegada e, conforme a assessoria da Polícia Judiciária Civil, alguns funcionários da lanchonete já prestaram esclarecimentos sobre o episódio presenciado.     Gilson foi confundido pelos policiais civis, Edson Leite e Maxwel José Pereira, com o suspeito de integrar uma quadrilha de roubo a carretas. Ao ser abordado, ele tentou fugir para um matagal, ao lado do posto, onde entrou em luta corporal com Maxwel. A arma do agente teria caído no chão e Gilson disparou um tiro que acertou a perna do investigador.

O autônomo também trocou tiros com Edson Leite e e morreu no local, enquanto o investigador foi ferido com dois tiros. Ao ser encaminhado para o Pronto-Socorro de Várzea Grande, Edson Leite sofreu um acidente de carro, juntamente com o também policial civil João Osni Guimarães, o “João Caveira”. O veículo em que estavam bateu em um muro e os dois morreram.

Já Maxwel foi socorrido por outros policiais e encaminhado ao hospital. Está fora de perigo.          

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