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Governador do DF anuncia projeto de garagem subterrânea na Esplanada

Governador do DF anuncia projeto de garagem subterrânea na Esplanada

Atualizado: Quarta-feira, 13 Julho de 2011 as 1:11

O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, anunciou nesta quarta-feira (13) a construção de uma garagem subterrânea na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Segundo ele, a obra seria feita por meio de uma parceria público-privada.

O governador se reuniu nesta quarta-feira com os presidentes do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e da Câmara. Marco Maia (PT-RS). De acordo com Queiroz, Maia e Sarney pediram a ele a construção da garagem subterrânea na Esplanada. “Eles pediram um estacionamento subterrâneo que possa atender ao Congresso. É uma necessidade”, disse.

  “Eu acolhi o pedido de bom grado porque vai ao encontro do que nós estamos pensando para a cidade. Vamos fazer. Atende ao Congresso, atende ao Executivo e aos visitantes”, concluiu. Queiroz afirmou que a garagem será integrada ao sistema de transporte urbano da cidade. Ele explicou ainda que ainda será definido se a integração da garagem será por transporte subterrâneo ou de superfície.

Segundo o governador, a obra seria iniciada no próximo ano e estaria pronta até o início da Copa do Mundo de 2014. A garagem atenderá os funcionários e visitantes dos ministérios e do Congresso Nacional. Queiroz afirmou que o preço do estacionamento será definido até o lançamento do edital e será “controlado pelo poder público”. Ainda não há estimativa de quantas vagas seriam criadas.

Preservação

O governador do DF disse que a obra é uma “ação de preservação do patrimônio cultutal da humanidade. O Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) vai aplaudir de pé porque hoje você tem milhares de carros estacionados na calçada. É uma coisa horrível você ter um verdadeiro estacionamento numa área que deveria estar livre de carros”.

“É um sentimento da Câmara e do Senado que vai ficando inviável para os visitantes, até para trabalhar. É uma situação insustentável que precisa de uma solução definitiva. Temos uma solução moderna, que é a parceria público-privada, não vai ter recursos públicos”, afirmou.        

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