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Incêndio em favela de SP não afetou estrutura de viaduto

Incêndio em favela de SP não afetou estrutura de viaduto

Atualizado: Segunda-feira, 12 Julho de 2010 as 11:32

O incêndio que destruiu parte da favela Tiquatira, na Penha, Zona Leste de São Paulo, não afetou a estrutura do Viaduto General Milton Tavares de Souza, segundo informou na manhã desta segunda-feira (12) o subprefeito da Penha, Cássio Freire Loschiavo. O viaduto foi interditado na noite de domingo (11) por causa do fogo, já que parte da favela fica sob a estrutura.

Por volta das 9h30 desta segunda o viaduto permanecia interditado para que os bombeiros trabalhassem no combate a um pequeno foco de fogo que voltou a surgir no local. Entretanto, segundo o subprefeito, a via seria liberada para o tráfego com o fim do trabalho dos bombeiros, ainda nesta manhã. “Os problemas no viaduto são muito pequenos, está tranqüilo. Vamos precisar fazer apenas um pequeno trabalho de cobertura da estrutura de aço que ficou um pouco exposta na base do pilar, mas foi pouco, não afeta o viaduto”, explicou Loschiavo após uma vistoria no local.

Inicialmente, a Prefeitura informou que 200 barracos haviam sido destruídos cerca de 800 pessoas ficado sem casa. Entretanto, a subprefeitura atualizou os números nesta manhã, e informou que cerca de 100 barracos foram incendiados e 250 pessoas ficaram sem casa. Todas elas preferiram ficar na casa de amigos e parentes e não precisaram ser levadas para abrigos da prefeitura. As cerca de 60 famílias que se cadastraram com a Defesa Civil na noite de domingo irão receber um kit com colchão e cesta básica ainda nesta segunda.

Por causa da interdição do viaduto, que liga a Penha à Marginal Tietê, os motoristas enfrentavam lentidão desde o início da manhã na Avenida Tiquatira. Por isso, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) alertou os motoristas para que eles evitassem a região.

As causas do incêndio ainda são investigadas. Uma vela ou até mesmo um balão foram algumas das causas apontadas por moradores da favela ouvidas pelo G1 para o início do incêndio. No total, seis pessoas precisaram de atendimento médico – um homem teve uma fratura no braço e as outras pessoas sofreram intoxicação ou passaram mal.

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