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Incêndio em navio deixa um morto na costa do RJ, diz Transpetro

Incêndio em navio deixa um morto na costa do RJ, diz Transpetro

Atualizado: Segunda-feira, 19 Setembro de 2011 as 11:37

Um oficial de náutica morreu, na noite deste domingo (18), durante um incêndio que atingiu a praça de máquinas do navio Diva, que está a cerca de 40 mil km a leste de Maricá, na Região Metropolitana do Rio. As informações foram confirmadas, por meio de nota, pela Transpetro, responsável pela embarcação. Leia a íntegra da nota ao fim desta reportagem.

De acordo com a Transpetro, o foco do incêndio está confinado ao compartimento da praça de máquinas, distante dos tanques de carga da embarcação. O fogo ainda está sendo controlado pela tripulação, com o apoio de rebocadores deslocados para a região, informou a Transpetro.

A empresa informou ainda que está prestando assistência aos 32 tripulantes a bordo e à família do oficial morto.

Ainda segundo a Transpetro, o navio Diva havia passado por uma manutenção no início do ano e operava normalmente desde então, transportando óleo diesel para abastecer rebocadores da Bacia de Campos. Uma comissão interna foi criada para investigar as causas do acidente, e a Marinha do Brasil e as demais autoridades competentes já foram comunicadas.

Leia a nota oficial divulgada pela Transpetro:

"A Transpetro informa que por volta das 21h de ontem (18) ocorreu um incêndio na praça de máquinas do navio Diva, a 25 milhas náuticas a leste de Maricá (RJ). O incêndio está sendo controlado pela tripulação, com o apoio de rebocadores deslocados para a região. O foco de incêndio está confinado no compartimento da praça de máquinas, distante dos tanques de carga da embarcação.

A Companhia lamenta informar o falecimento do oficial de náutica Rosynaldo Marques dos Santos, ocorrido durante os procedimentos de combate ao incêndio. A Transpetro tem prestado toda a assistência aos 32 tripulantes a bordo e à família do oficial Rosynaldo Marques.

O Diva havia passado por uma docagem de manutenção periódica no início do ano e operava normalmente desde então, atuando no transporte de óleo diesel para abastecimento a rebocadores da Bacia de Campos. Uma comissão interna foi criada para investigar as causas do acidente. A Marinha do Brasil e as demais autoridades competentes foram devidamente comunicadas."

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