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Inspeção da Anac feita há três meses não encontrou irregularidades na Manaus Aerotáxi

Inspeção da Anac feita há três meses não encontrou irregularidades na Manaus Aerotáxi

Atualizado: Terça-feira, 10 Fevereiro de 2009 as 12

Dois dias após o acidente que matou 24 dos 28 passageiros de um avião da empresa Manaus Aerotáxi, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou na última segunda-feira, 9 de fevereiro, por meio de nota, que abriu processo administrativo para averiguar as condições de segurança operacional da empresa. A investigação deve durar entre um e seis meses, dependendo das dificuldades encontradas na averiguação.

Segundo a nota, a última auditoria na companhia de táxi aéreo foi realizada em novembro de 2008. Na ocasião, os inspetores da agência não encontraram qualquer irregularidade que comprometesse as operações da empresa. Ainda de acordo com a Anac, a Manaus Aerotáxi opera desde 2003 e, até o último sábado, não havia registro de acidente com qualquer um de seus seis aviões, cadastrados na agência (dois Turbo Commander; três Bandeirante - um deles, o envolvido no acidente de sábado - e um Xingu, que aguarda liberação do certificado de aeronavegabilidade.

Fretado por uma agência de turismo, o avião havia decolado da cidade amazonense de Coari com destino à capital Manaus. Segundo a assessoria da própria empresa, ao se aproximar do Aeroporto Brigadeiro Eduardo Gomes, o piloto encontrou o tempo ruim e comunicou à torre que tinha decidido retornar para Coari. Logo depois o avião desapareceu do radar, sendo localizado em um afluente do Rio Solimões, nas proximidades do município de Manacapuru.

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