
A audiência na Justiça do Trabalho em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná, em que envolvia um pedreiro foi suspensa porque o juiz Bento Luiz de Azambuja Pereira considerou que ele não estava vestido de maneira formal.
O juiz do trabalho justificou na ata da audiência que o trabalhador não vestia traje apropriado para o ato formal. O reclamante compareceu a esta audiência trajando bermudas. Por isso, o rapaz teve que se retirar da sala.
Há quatro anos atrás, Pereira criou polêmica ao adiar uma audiência em Cascavel, também na região Oeste, porque um homem que iria participar estava de chinelo.
Assim, para evitar o adiamento de mais audiências, um dos advogados da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) resolveu disponibilizar na sala de apoio da Justiça do Trabalho em Foz do Iguaçu um traje composto por calça, camiseta de manga e tênis para atender os desprevenidos. No caso da bermuda, o traje só não foi usado porque o advogado do reclamante não tinha conhecimento da existência dele aqui na sala da OAB, disse Gilder Neres, presidente da OAB em Foz do Iguaçu.
De acordo com a OAB, não existe lei que indique qual roupa ou calçado uma pessoa deve usar em uma audiência. Vale o bom senso.
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