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Manifestantes fazem marcha no DF por 10% do PIB para a educação

Manifestantes fazem marcha no DF por 10% do PIB para a educação

Atualizado: Quarta-feira, 26 Outubro de 2011 as 12:58

Trabalhadores da educação chegam em frente ao

Congresso Nacional (Foto: Mariana Zoccoli/G1) Trabalhadores da educação de todo Brasil e estudantes realizam, na manhã desta quarta-feira (26), em Brasília, manifestação em defesa da educação pública. Com o tema “10 mil pelos 10% do PIB para a educação”, a organização do protesto pede a votação do Plano Nacional de Educação (PNE) ainda este ano e o aumento de 5% para 10% do percentual do PIB investido em educação.

Também são reivindicações a aplicação plena da lei do piso nacional para o magistério pelos estados e municípios; a obrigatoriedade de planos de carreira e 1/3 da jornada para atividades de planejamento e formação.

O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão, explica que o Plano Nacional de Educação em análise na Câmara dos Deputados prevê investimento de 7% do PIB para a educação.

"Acabamos de entregar ao relator do PNE na Câmara, deputado Angelo Vanhoni, mais de cem mil cartões assinados pela população brasileira pedindo aprovação desse percentual do PIB [10%]", disse Leão.

Marcha em Brasília, no Eixo Monumental, defende investimento de 10% do PIB para educação (Foto: Mariana Zoccoli/G1) Para a diretora executiva do Sindicato dos Professores do Distrito Federal, Maria Augusta Ribeiro, os 10% do PIB podem mudar a educação brasileira. "Esse percentual pode trazer melhoria às condições de trabalho dos professores e do ensino em geral", defende.

Os manifestantes saíram do Eixo Monumental, altura do Mané Garrincha, por volta das 10h30, em direção à Esplanada dos Ministérios. Três faixas da via S1 ficam interditadas durante o protesto.

Participantes do protesto planejam um ato público em frente ao Congresso Nacional. Às 14h30, membros da direção da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) esperam ser recebidos pelo ministro da Educação, Fernando Haddad. A confederação vai pedir a instalação de uma mesa de negociações com o governo.        

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