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Marta conta com o apoio de Lula em encontro com líderes evangélicos em São Paulo

Marta conta com o apoio de Lula em encontro com líderes evangélicos em São Paulo

Atualizado: Segunda-feira, 13 Outubro de 2008 as 12

Marta conta com o apoio de Lula em encontro com líderes evangélicos em São Paulo  

Da Redação

Na última sexta-feira, dia 10 de outubro, a candidata do PT à prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy, reuniu-se com aproximadamente 50 representantes de denominações evangélicas. O encontro foi realizado em um hotel no bairro do Morumbi, na capital, e teve a presença do presidente Luís Inácio Lula da Silva.

Lula pediu empenho dos eleitores na campanha de Marta e disse que a candidata é vítima de preconceito pelo sucesso de seu trabalho. De acordo com o Uol Notícias, no evento (parte da agenda de campanha de Marta), o presidente citou diversas vezes a palavra "Deus" ao fazer discurso em prol da petista.

Marta lembrou que, quando foi prefeita, isentou os templos religiosos do pagamento do IPTU e assumiu o compromisso de criar o Conselho da Municipalidade, no qual reunirá representantes de todas as religiões. A candidata afirmou que pretende dialogar com as igrejas para buscar soluções e assumiu a responsabilidade de levar a "Marcha para Jesus", que foi transferida no ano passado para um circuito entre a Estação da Luz e o Campo de Bagatelle, de volta à Paulista.

Segundo o Uol Notícias, durante o encontro, a candidata foi interrompida por um pastor que se queixava da lei que criminaliza a homofobia - que tiraria, dos evangélicos, "liberdade de expressão". Outros cristãos protestantes se queixavam da lei de união estável, que foi proposta por Marta quando era deputada federal. "Não somos contra o homossexual, que amparamos em nossas igrejas. Somos contra o homossexualismo", disse o reverendo presbiteriano Josias Reis, ligado ao PT Estadual.

Um dos pastores presentes também interpelou Marta, lembrando que ela já havia processado um líder da Assembléia de Deus do Brás - o pastor Samuel Ferreira - e questionou sua relação com os evangélicos. A candidata respondeu sem a ajuda de um microfone: "Se falar palavra de baixo calão contra a minha pessoa, é processado". De acordo com a Agência Estado, o antigo secretário de governo de Marta, Rui Falcão, defendeu a candidata. Segundo ele, o processo refere-se a uma enquete promovida por uma rádio evangélica, na qual não foi dado tempo de resposta à Marta. Entretanto, ele assegurou que entrou em entendimento com o pastor, que teria se comprometido a não veicular mais a propagada, e a ação foi retirada.

Fontes: Assessoria Marta Suplicy, UOL e Agência Estado

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