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Ministra desembarca em MT para lançar plano contra o desmatamento

Ministra desembarca em MT para lançar plano contra o desmatamento

Atualizado: Quarta-feira, 25 Maio de 2011 as 12:44

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, desembarcou em Sinop (500 quilômetros de Cuiabá), na manhã desta quarta-feira (25) para lançar um plano nacional de combate ao desmatamento. Ela deve sobrevoar áreas de desmatamento em Mato Grosso juntamente com o governador Silval Barbosa.

Mato Grosso foi escolhido para lançar o plano por ter sido o estado com o maior índice de casos de desmatamento. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o estado teve 480,3 km² dos 593,0 km² de desmatamento detectados entre março e abril na região da Amazônia legal.

A cidade de Sinop será a sede da 'Sala de Situação', a base da operação do plano de combate ao desmatamento.

Código Florestal e o desmatamento

O secretário de Estado de Meio Ambiente, Alexander Maia, reconheceu que o estado falhou no combate ao desmatamento nos últimos meses, mas que ações serão desenvolvidas para tentar coibir novos desmates. "No ano passado não demos a resposta que gostaríamos sobre desmatamamentos e a população sofreu com as queimadas. Esse ano, o planejamento foi feito desde o início. Vamos tomar providências para combater o desmatamento no estado".

Maia também disse acreditar que parte desse aumento no índice de desmatamento em Mato Grosso pode ter sido provocado por conta da discussão em torno do Código Florestal. Segundo Maia, pode ter havido interpretações equivocadas por parte de produtores rurais, fazendo com que muitos deles promovessem desmate antes da aprovação do código.

O governador de Mato Grosso, Silval Barbosa, também está em Sinop para acompanhar o lançamento do plano. Ele não quis se posicionar a favor nem contra o novo Código Florestal Brasileiro, aprovado pela Câmara, mas defendeu que haja uma legislação específica para o setor. "O Congresso tem que se posicionar e eliminar conflitos jurídicos que existem entre a legislação estadual e federal", justificou Barbosa.        

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