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Moradores de São Luís 40MA41 querem urgência em obras para prevenir desabamentos

Moradores de São Luís 40MA41 querem urgência em obras para prevenir desabamentos

Atualizado: Sexta-feira, 15 Janeiro de 2010 as 12

Moradores das áreas de risco de São Luís temem o início do período chuvoso e relembram de incidentes ocorridos ano passado. Para diminuir e evitar novos sofrimentos, a Prefeitura de São Luís deflagrou um programa de intervenções para resolver problemas crônicos em três áreas da cidade consideradas críticas pela Defesa Civil: os bairros Goiabal, Alto da Esperança e Salinas do Sacavém. Neste as obras já começaram e estão sendo executadas pela Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp).

Mas em alguns pontos, como é o caso do Goiabal, os moradores pedem urgência nas intervenções. Edson Lopes, morador da Rua São Tomas de Aquino, n.º 19, afirma que a estrutura das paredes do fundo do seu quintal estão cada vez mais ameaçando a vida de quem reside naquela casa. “Eu fico com medo. Toda vez que chove, principalmente à noite, é um problema e ficamos sem dormir. Ontem (quarta-feira) choveu e aí a gente ficou super preocupado, sem saber o que fazer”, disse Lopes. Ele teve parte da casa arrebentada durante as fortes chuvas que caíram em 2009, quando outra casa, a de dona Maria Dasdores Santos Mendes, que residia no alto, na Rua Santo Antonio, desabou.

Na época, o desabamento atingiu os quintais de quatro casas da Rua São Tomás de Aquino. Chovia torrencialmente, mas ninguém ficou ferido. Atualmente, Dasdores reside na Rua Afrânio Peixoto, quatro esquinas após a antiga casa. Lá, ela tem se mantido com a ajuda de uma filha e da prefeitura. Mas segundo ela, o dinheiro que deveria ser depositado mensalmente nem sempre chega à conta bancária. “Eu pago R$ 150 por mês no meu aluguel, mas nem todo mês ele está em conta. Disseram que amanhã (hoje) seriam depositados dois meses”, comentou.

Segundo a prefeitura, ano passado, no bairro, a Semosp realizou obras emergenciais para conter casas que estavam na iminência de desabar. Agora, com recursos próprios, no valor estimado de R$ 350 mil, a prefeitura pretende construir um muro de arrimo na área e executar serviços de drenagem para que as chuvas não afetem mais as casas de famílias que residem nas proximidades da encosta.  “As obras emergenciais que executamos no ano passado surtiram efeito. Agora, as obras de caráter mais permanente, que irão dar segurança às famílias que vivem ali, serão retomadas

Por: Dyego Rodrigues

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