Moradores reclamam do aumento da violência no Guarujá

Moradores reclamam do aumento da violência no Guarujá

Atualizado: Sexta-feira, 21 Janeiro de 2011 as 4:25

O aumento dos casos de violência é uma das maiores reclamações dos moradores do Guarujá, uma das cinco cidades da Baixada Santista, no litoral sul de São Paulo, conhecida como a “Pérola do Atlântico” por causa das praias e da natureza. No quadro "Fiscal das praias", do SPTV desta sexta-feira (21), o repórter Márcio Canuto voltou à cidade para ouvir as queixas de moradores e turistas.

A prefeita de Guarujá, Maria Antonieta de Brito, afirma que já estão sendo tomadas providências para melhorar a segurança. “Estamos instalando na entrada de cada ponto da nossa cidade um equipamento chamado ‘dedo-duro’ que vai permitir que os carros que venham de outras localidades roubados, ou que queiram sair daqui, que tenham sido fruto de roubo, sejam interceptados para aumentar a segurança", disse a prefeita. Segundo ela, a licitação para a compra do equipamento já foi aberta.

Limpeza

Um dos problemas apontados por quem mora na cidade é a demora na limpeza pública. A queixa foi ouvida pelo "Fiscal das praias" em 2010 e agora em 2011. “O cheiro incomoda a vizinhança, principalmente a parte do restaurante. Quarta-feira não abro o restaurante em virtude da feira”, reclama Antônio Proença, dono de um restaurante. A promessa era de acelerar o serviço, mas nada aconteceu.

Sinalização

A falta de placas nas ruas é um problema recorrente. A situação do asfalto também deixa a desejar. “Os turistas se perdem muito e os marginais se aproveitam disso. Abordam eles na hora de pedir informação e são roubados”, critica o comerciante Marcos Roberto dos Santos.

A sinalização que existe, muitas vezes, está torta, apagada, o que atrapalha o turista na hora de se localizar. O aposentado Kaibar Martins de Souza não entende como a cidade pode cobrar imposto tão caro. “É muito descaso, um imposto caríssimo e não fazem nada.”

“É uma pena não só para o Guarujá, mas para os turistas que frequentam aqui, que sofrem isso todo ano, todo o verão”, fala Leonardo Pulga Martins, vendedor.    

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