Mutantes lançam primeiro CD de inéditas em 33 anos no SWU

Mutantes lançam primeiro CD de inéditas em 33 anos no SWU

Atualizado: Segunda-feira, 11 Outubro de 2010 as 10:23

Lançado nos Estados Unidos há um ano, "Haih... or Amortecedor", o primeiro álbum de canções inéditas da banda paulista Os Mutantes desde "Mutantes ao Vivo" (1976), ganha finalmente uma edição nacional.  

É esse feito que eles comemoram no show que fazem hoje, dentro da programação do SWU Festival, em Itu.

Publicada pela pequena gravadora Coqueiro Verde, a nova versão do disco vem com alterações consideráveis. Saem duas canções, entram outras quatro.

"A gente tinha muito material novo pra mostrar, fizemos quase dez músicas com Tom Zé, ganhamos uma do Jorge Ben, compus várias sozinho", diz Sergio Dias, guitarrista e líder da banda.

O show no SWU, no entanto, terá apenas duas canções dessa safra. Dias promete um show "para fãs", com o repertório da fase áurea da banda, entre 1968 e 1972. Além do guitarrista, apenas o baterista Dinho Leme pertencem à formação original dos Mutantes. Entraram os jovens Henrique Peters (teclado, flauta e voz), Fabio Recco (voz, violão e percussão), Vitor Purusha (teclado, flauta, cello, guitarra e voz), Bia Mendes (voz e percussão) e Vinicius Junqueira (baixo).

A respeito do atraso no lançamento do novo álbum por aqui, Dias diz que a gravadora Sony, que faria o trabalho no país, deixou de demonstrar interesse no disco com material inédito.

"Não consigo entender o que eles queriam. Não ia admitir que a gente fosse para o palco tocar 'Balada do Louco' durante o resto da vida", diz. "Nós estamos vivos. Não somos uma banda morta."

Procurados pela Folha , executivos da gravadora Sony não responderam até o fechamento desta edição.

A seguir, eles partem para os Estados Unidos, onde fazem uma turnê de 22 shows a partir do final do mês.

Lançado nos Estados Unidos há um ano, "Haih... or Amortecedor", o primeiro álbum de canções inéditas da banda paulista Os Mutantes desde "Mutantes ao Vivo" (1976), ganha finalmente uma edição nacional.  

É esse feito que eles comemoram no show que fazem hoje, dentro da programação do SWU Festival, em Itu.

Publicada pela pequena gravadora Coqueiro Verde, a nova versão do disco vem com alterações consideráveis. Saem duas canções, entram outras quatro.

"A gente tinha muito material novo pra mostrar, fizemos quase dez músicas com Tom Zé, ganhamos uma do Jorge Ben, compus várias sozinho", diz Sergio Dias, guitarrista e líder da banda.

O show no SWU, no entanto, terá apenas duas canções dessa safra. Dias promete um show "para fãs", com o repertório da fase áurea da banda, entre 1968 e 1972. Além do guitarrista, apenas o baterista Dinho Leme pertencem à formação original dos Mutantes. Entraram os jovens Henrique Peters (teclado, flauta e voz), Fabio Recco (voz, violão e percussão), Vitor Purusha (teclado, flauta, cello, guitarra e voz), Bia Mendes (voz e percussão) e Vinicius Junqueira (baixo).

A respeito do atraso no lançamento do novo álbum por aqui, Dias diz que a gravadora Sony, que faria o trabalho no país, deixou de demonstrar interesse no disco com material inédito.

"Não consigo entender o que eles queriam. Não ia admitir que a gente fosse para o palco tocar 'Balada do Louco' durante o resto da vida", diz. "Nós estamos vivos. Não somos uma banda morta."

Procurados pela Folha , executivos da gravadora Sony não responderam até o fechamento desta edição.

A seguir, eles partem para os Estados Unidos, onde fazem uma turnê de 22 shows a partir do final do mês.

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