Na era dos videogames, hospitais de bonecas mantêm público cativo

Na era dos videogames, hospitais de bonecas mantêm público cativo

Atualizado: Terça-feira, 6 Outubro de 2009 as 12

Na era dos videogames, nada de Playstation ou Wii. Às vésperas do Dia Das Crianças, o G1 foi conhecer profissionais altamente especializados que vivem de consertar brinquedos tradicionais como bonecas e carrinhos no Rio.

No Hospital dos Brinquedos, em Jacarepaguá, na Zona Oeste, recepção com sala de espera, sala de emergência, raio X, ortopedia e até berçário. No mercado há mais de 20 anos, o técnico Luiz Carlos Espinoza, de 53 anos, trabalhava com relógios, quando resolveu quebrar um galho de uma cliente que estava com o brinquedo do filho quebrado e ela logo apareceram outros clientes.

Carrinhos e bonecas são principais 'problemas'

"Comecei a consertar brinquedos. Mas via a criança indo lá levar a boneca e não entendia que hospital era aquele que a ‘filha’ dela estava, que não tinha nem camas. Sonhava em um hospital de verdade", conta ele, que hoje tem nove funcionários e recebe cerca de 80 brinquedos por semana. "A gente tem que se atualizar para acompanhar o mercado, mas o que mais tem são carrinhos e bonecas. Brinquedo é bom para a criatividade das crianças", resume.

Muitas crianças, conta, choram quando vão deixar suas bonecas para o conserto e muitas mães levam as 'filhas' de sua infância para passar por uma reforma antes de dar de presentes às filhas de sangue. Os 'médicos' são técnicos formados em eletrônica e até mecatrônica. Lá, o depósito vira farmácia e há ainda centro cirúrgico.

'80% das bonecas têm conserto', diz especialista

Ex-funcionário da fábrica de brinquedos Estrela, Luis Ferreira de Menezes, de 74 anos, se dedica às bonecas há 40 anos, no Hospital das Bonecas, em Ramos, no subúrbio da cidade. E foi cuidando delas que ele criou suas duas filhas. "Oitenta por cento delas têm conserto", afirma ele, que também vende roupinhas e repõe cabelos das 'moças'.

"Tenho freguesa que tem mais de cem bonecas. É um trabalho artesanal", diz Menezes. Entre os desafios que encarou, esteve a restauração de uma boneca de biscuit de 90 anos.

Cuidados

Olhos, braços, cabeça e cabelos estão entre os itens que mais sofrem danos nas bonecas. Mas elas precisam de outros cuidados para resistir ao tempo. "Tinta de caneta é fatal", avisa Espinoza.

Algumas precauções são comuns a todos os brinquedos. "As pilhas sempre devem ser tiradas depois que a criança brincar, porque o vazamento estraga os brinquedos. É bom evitar deixar no sol e brincar próximo à água ou da areia", completa ele.

Onde encontrar

Hospital de Brinquedos - Avenida Nelson Cardoso, nº 275, Tanque / Jacarepaguá. Tel.: (21) 2456-1868 e (21) 24561950.

Hospital das Bonecas - Rua Uranos, nº 769, Ramos. Tel.: (21) 9646-9226.

Hospital de Bonecas - Rua Carolina Machado, n º 886, Oswaldo cruz. Tel.: (21) 3359-7893

Na era dos videogames, nada de Playstation ou Wii. Às vésperas do Dia Das Crianças, o G1 foi conhecer profissionais altamente especializados que vivem de consertar brinquedos tradicionais como bonecas e carrinhos no Rio.

No Hospital dos Brinquedos, em Jacarepaguá, na Zona Oeste, recepção com sala de espera, sala de emergência, raio X, ortopedia e até berçário. No mercado há mais de 20 anos, o técnico Luiz Carlos Espinoza, de 53 anos, trabalhava com relógios, quando resolveu quebrar um galho de uma cliente que estava com o brinquedo do filho quebrado e ela logo apareceram outros clientes.

Carrinhos e bonecas são principais 'problemas'

"Comecei a consertar brinquedos. Mas via a criança indo lá levar a boneca e não entendia que hospital era aquele que a ‘filha’ dela estava, que não tinha nem camas. Sonhava em um hospital de verdade", conta ele, que hoje tem nove funcionários e recebe cerca de 80 brinquedos por semana. "A gente tem que se atualizar para acompanhar o mercado, mas o que mais tem são carrinhos e bonecas. Brinquedo é bom para a criatividade das crianças", resume.

Muitas crianças, conta, choram quando vão deixar suas bonecas para o conserto e muitas mães levam as 'filhas' de sua infância para passar por uma reforma antes de dar de presentes às filhas de sangue. Os 'médicos' são técnicos formados em eletrônica e até mecatrônica. Lá, o depósito vira farmácia e há ainda centro cirúrgico.

'80% das bonecas têm conserto', diz especialista

Ex-funcionário da fábrica de brinquedos Estrela, Luis Ferreira de Menezes, de 74 anos, se dedica às bonecas há 40 anos, no Hospital das Bonecas, em Ramos, no subúrbio da cidade. E foi cuidando delas que ele criou suas duas filhas. "Oitenta por cento delas têm conserto", afirma ele, que também vende roupinhas e repõe cabelos das 'moças'.

"Tenho freguesa que tem mais de cem bonecas. É um trabalho artesanal", diz Menezes. Entre os desafios que encarou, esteve a restauração de uma boneca de biscuit de 90 anos.

Cuidados

Olhos, braços, cabeça e cabelos estão entre os itens que mais sofrem danos nas bonecas. Mas elas precisam de outros cuidados para resistir ao tempo. "Tinta de caneta é fatal", avisa Espinoza.

Algumas precauções são comuns a todos os brinquedos. "As pilhas sempre devem ser tiradas depois que a criança brincar, porque o vazamento estraga os brinquedos. É bom evitar deixar no sol e brincar próximo à água ou da areia", completa ele.

Onde encontrar

Hospital de Brinquedos - Avenida Nelson Cardoso, nº 275, Tanque / Jacarepaguá. Tel.: (21) 2456-1868 e (21) 24561950.

Hospital das Bonecas - Rua Uranos, nº 769, Ramos. Tel.: (21) 9646-9226.

Hospital de Bonecas - Rua Carolina Machado, n º 886, Oswaldo cruz. Tel.: (21) 3359-7893

Na era dos videogames, nada de Playstation ou Wii. Às vésperas do Dia Das Crianças, o G1 foi conhecer profissionais altamente especializados que vivem de consertar brinquedos tradicionais como bonecas e carrinhos no Rio.

No Hospital dos Brinquedos, em Jacarepaguá, na Zona Oeste, recepção com sala de espera, sala de emergência, raio X, ortopedia e até berçário. No mercado há mais de 20 anos, o técnico Luiz Carlos Espinoza, de 53 anos, trabalhava com relógios, quando resolveu quebrar um galho de uma cliente que estava com o brinquedo do filho quebrado e ela logo apareceram outros clientes.

Carrinhos e bonecas são principais 'problemas'

"Comecei a consertar brinquedos. Mas via a criança indo lá levar a boneca e não entendia que hospital era aquele que a ‘filha’ dela estava, que não tinha nem camas. Sonhava em um hospital de verdade", conta ele, que hoje tem nove funcionários e recebe cerca de 80 brinquedos por semana. "A gente tem que se atualizar para acompanhar o mercado, mas o que mais tem são carrinhos e bonecas. Brinquedo é bom para a criatividade das crianças", resume.

Muitas crianças, conta, choram quando vão deixar suas bonecas para o conserto e muitas mães levam as 'filhas' de sua infância para passar por uma reforma antes de dar de presentes às filhas de sangue. Os 'médicos' são técnicos formados em eletrônica e até mecatrônica. Lá, o depósito vira farmácia e há ainda centro cirúrgico.

'80% das bonecas têm conserto', diz especialista

Ex-funcionário da fábrica de brinquedos Estrela, Luis Ferreira de Menezes, de 74 anos, se dedica às bonecas há 40 anos, no Hospital das Bonecas, em Ramos, no subúrbio da cidade. E foi cuidando delas que ele criou suas duas filhas. "Oitenta por cento delas têm conserto", afirma ele, que também vende roupinhas e repõe cabelos das 'moças'.

"Tenho freguesa que tem mais de cem bonecas. É um trabalho artesanal", diz Menezes. Entre os desafios que encarou, esteve a restauração de uma boneca de biscuit de 90 anos.

Cuidados

Olhos, braços, cabeça e cabelos estão entre os itens que mais sofrem danos nas bonecas. Mas elas precisam de outros cuidados para resistir ao tempo. "Tinta de caneta é fatal", avisa Espinoza.

Algumas precauções são comuns a todos os brinquedos. "As pilhas sempre devem ser tiradas depois que a criança brincar, porque o vazamento estraga os brinquedos. É bom evitar deixar no sol e brincar próximo à água ou da areia", completa ele.

Onde encontrar

Hospital de Brinquedos - Avenida Nelson Cardoso, nº 275, Tanque / Jacarepaguá. Tel.: (21) 2456-1868 e (21) 24561950.

Hospital das Bonecas - Rua Uranos, nº 769, Ramos. Tel.: (21) 9646-9226.

Hospital de Bonecas - Rua Carolina Machado, n º 886, Oswaldo cruz. Tel.: (21) 3359-7893

Na era dos videogames, nada de Playstation ou Wii. Às vésperas do Dia Das Crianças, o G1 foi conhecer profissionais altamente especializados que vivem de consertar brinquedos tradicionais como bonecas e carrinhos no Rio.

No Hospital dos Brinquedos, em Jacarepaguá, na Zona Oeste, recepção com sala de espera, sala de emergência, raio X, ortopedia e até berçário. No mercado há mais de 20 anos, o técnico Luiz Carlos Espinoza, de 53 anos, trabalhava com relógios, quando resolveu quebrar um galho de uma cliente que estava com o brinquedo do filho quebrado e ela logo apareceram outros clientes.

Carrinhos e bonecas são principais 'problemas'

"Comecei a consertar brinquedos. Mas via a criança indo lá levar a boneca e não entendia que hospital era aquele que a ‘filha’ dela estava, que não tinha nem camas. Sonhava em um hospital de verdade", conta ele, que hoje tem nove funcionários e recebe cerca de 80 brinquedos por semana. "A gente tem que se atualizar para acompanhar o mercado, mas o que mais tem são carrinhos e bonecas. Brinquedo é bom para a criatividade das crianças", resume.

Muitas crianças, conta, choram quando vão deixar suas bonecas para o conserto e muitas mães levam as 'filhas' de sua infância para passar por uma reforma antes de dar de presentes às filhas de sangue. Os 'médicos' são técnicos formados em eletrônica e até mecatrônica. Lá, o depósito vira farmácia e há ainda centro cirúrgico.

'80% das bonecas têm conserto', diz especialista

Ex-funcionário da fábrica de brinquedos Estrela, Luis Ferreira de Menezes, de 74 anos, se dedica às bonecas há 40 anos, no Hospital das Bonecas, em Ramos, no subúrbio da cidade. E foi cuidando delas que ele criou suas duas filhas. "Oitenta por cento delas têm conserto", afirma ele, que também vende roupinhas e repõe cabelos das 'moças'.

"Tenho freguesa que tem mais de cem bonecas. É um trabalho artesanal", diz Menezes. Entre os desafios que encarou, esteve a restauração de uma boneca de biscuit de 90 anos.

Cuidados

Olhos, braços, cabeça e cabelos estão entre os itens que mais sofrem danos nas bonecas. Mas elas precisam de outros cuidados para resistir ao tempo. "Tinta de caneta é fatal", avisa Espinoza.

Algumas precauções são comuns a todos os brinquedos. "As pilhas sempre devem ser tiradas depois que a criança brincar, porque o vazamento estraga os brinquedos. É bom evitar deixar no sol e brincar próximo à água ou da areia", completa ele.

Onde encontrar

Hospital de Brinquedos - Avenida Nelson Cardoso, nº 275, Tanque / Jacarepaguá. Tel.: (21) 2456-1868 e (21) 24561950.

Hospital das Bonecas - Rua Uranos, nº 769, Ramos. Tel.: (21) 9646-9226.

Hospital de Bonecas - Rua Carolina Machado, n º 886, Oswaldo cruz. Tel.: (21) 3359-7893

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