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Número de mulheres "referência de família" cresceu 9 pontos percentuais

Número de mulheres "referência de família" cresceu 9 pontos percentuais

Atualizado: Sexta-feira, 9 Outubro de 2009 as 12

De 1998 a 2008, o número de mulheres declaradas como referências de família cresceu nove pontos percentuais, passando de 25,9% para 34,9%. Os dados fazem parte da Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2009, divulgada nesta sexta-feira, 9 de outubro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo analisa dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2008, divulgados em setembro.

Para o IBGE, a nova estrutura familiar chama a atenção principalmente pelo crescimento da proporção das mulheres declaradas como pessoa de referência apesar da presença de um cônjuge (de 2,4% para 9,1%). São consideradas referências de família as pessoas apontadas pelos próprios familiares como responsáveis.

A pesquisa considera família o conjunto de pessoas ligadas por laços de parentesco, dependência doméstica ou normas de convivência, residente na mesma unidade domiciliar, ou pessoa que mora só em uma unidade domiciliar.

Afazeres domésticos

Apesar do avanço da mulher como referência de família, ainda de acordo com o levantamento, as mulheres de 10 anos ou mais gastam, em média, 20,9 horas semanais com afazeres domésticos, enquanto os homens da mesma faixa etária gastam 9,2 horas.

Se levadas em consideração as regiões do país, a tendência se repete. O Nordeste é a região em que as mulheres passam mais tempo dedicando-se a afazeres domésticos (23,3 horas semanais, em média), e os homens 9,7 horas, no mesmo período. No Centro-Oeste, região em que há a menor média de horas, as mulheres se dedicam por 19,1 horas semanais a tarefas de casa, e os homens, 8,7 horas.

De 1998 a 2008, o número de mulheres declaradas como referências de família cresceu nove pontos percentuais, passando de 25,9% para 34,9%. Os dados fazem parte da Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2009, divulgada nesta sexta-feira, 9 de outubro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo analisa dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2008, divulgados em setembro.

Para o IBGE, a nova estrutura familiar chama a atenção principalmente pelo crescimento da proporção das mulheres declaradas como pessoa de referência apesar da presença de um cônjuge (de 2,4% para 9,1%). São consideradas referências de família as pessoas apontadas pelos próprios familiares como responsáveis.

A pesquisa considera família o conjunto de pessoas ligadas por laços de parentesco, dependência doméstica ou normas de convivência, residente na mesma unidade domiciliar, ou pessoa que mora só em uma unidade domiciliar.

Afazeres domésticos

Apesar do avanço da mulher como referência de família, ainda de acordo com o levantamento, as mulheres de 10 anos ou mais gastam, em média, 20,9 horas semanais com afazeres domésticos, enquanto os homens da mesma faixa etária gastam 9,2 horas.

Se levadas em consideração as regiões do país, a tendência se repete. O Nordeste é a região em que as mulheres passam mais tempo dedicando-se a afazeres domésticos (23,3 horas semanais, em média), e os homens 9,7 horas, no mesmo período. No Centro-Oeste, região em que há a menor média de horas, as mulheres se dedicam por 19,1 horas semanais a tarefas de casa, e os homens, 8,7 horas.

De 1998 a 2008, o número de mulheres declaradas como referências de família cresceu nove pontos percentuais, passando de 25,9% para 34,9%. Os dados fazem parte da Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2009, divulgada nesta sexta-feira, 9 de outubro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo analisa dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2008, divulgados em setembro.

Para o IBGE, a nova estrutura familiar chama a atenção principalmente pelo crescimento da proporção das mulheres declaradas como pessoa de referência apesar da presença de um cônjuge (de 2,4% para 9,1%). São consideradas referências de família as pessoas apontadas pelos próprios familiares como responsáveis.

A pesquisa considera família o conjunto de pessoas ligadas por laços de parentesco, dependência doméstica ou normas de convivência, residente na mesma unidade domiciliar, ou pessoa que mora só em uma unidade domiciliar.

Afazeres domésticos

Apesar do avanço da mulher como referência de família, ainda de acordo com o levantamento, as mulheres de 10 anos ou mais gastam, em média, 20,9 horas semanais com afazeres domésticos, enquanto os homens da mesma faixa etária gastam 9,2 horas.

Se levadas em consideração as regiões do país, a tendência se repete. O Nordeste é a região em que as mulheres passam mais tempo dedicando-se a afazeres domésticos (23,3 horas semanais, em média), e os homens 9,7 horas, no mesmo período. No Centro-Oeste, região em que há a menor média de horas, as mulheres se dedicam por 19,1 horas semanais a tarefas de casa, e os homens, 8,7 horas.

De 1998 a 2008, o número de mulheres declaradas como referências de família cresceu nove pontos percentuais, passando de 25,9% para 34,9%. Os dados fazem parte da Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2009, divulgada nesta sexta-feira, 9 de outubro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo analisa dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2008, divulgados em setembro.

Para o IBGE, a nova estrutura familiar chama a atenção principalmente pelo crescimento da proporção das mulheres declaradas como pessoa de referência apesar da presença de um cônjuge (de 2,4% para 9,1%). São consideradas referências de família as pessoas apontadas pelos próprios familiares como responsáveis.

A pesquisa considera família o conjunto de pessoas ligadas por laços de parentesco, dependência doméstica ou normas de convivência, residente na mesma unidade domiciliar, ou pessoa que mora só em uma unidade domiciliar.

Afazeres domésticos

Apesar do avanço da mulher como referência de família, ainda de acordo com o levantamento, as mulheres de 10 anos ou mais gastam, em média, 20,9 horas semanais com afazeres domésticos, enquanto os homens da mesma faixa etária gastam 9,2 horas.

Se levadas em consideração as regiões do país, a tendência se repete. O Nordeste é a região em que as mulheres passam mais tempo dedicando-se a afazeres domésticos (23,3 horas semanais, em média), e os homens 9,7 horas, no mesmo período. No Centro-Oeste, região em que há a menor média de horas, as mulheres se dedicam por 19,1 horas semanais a tarefas de casa, e os homens, 8,7 horas.

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