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O mito da percepção social

O mito da percepção social

Atualizado: Quarta-feira, 29 Setembro de 2010 as 11:52

A capacidade da sociedade perceber a verdade sobre a violência é a mesma que temos para ver qualquer coisa com nossos olhos. Quando algo está muito longe não podemos percebe-lo corretamente – assim os estadosunidenses tem dificuldade em perceber que o que estão fazendo no Iraque é uma violência que deixa o stalinismo parecendo jardim da infância. Da mesma forma os brasileiros também não conseguem enxergar a violência que estamos produzindo, como sociedade, nos povoados do sertão nordestino ou amazônico. Essa violência está muito longe de nossos olhos.

Por outro lado nossos olhos também não distinguem bem o que está muito perto, por isso temos a expressão: "Bem debaixo do nariz" ou "bem debaixo dos olhos". A violência do assédio sexual às mulheres é encarada como normal - todo homem faz isso / as mulheres é que são culpadas. A violência contra a criança - o espancamento, o abuso sexual, o abuso psíquico com xingamento, ameaças, é vista como direito de paternidade. Para compensar isso, nossa sociedade está criando outro tipo de violência: a falta de educação, em que as crianças não são disciplinadas, nem corrigidas e crescem sem aprender a controlar seus impulsos e desejos, para se tornarem agentes da violência.

A violência no trânsito; A violência nos relacionamentos familiares - desde os gritos de pais e filhos, uns com os outros, até a agressão mais franca de espancamentos e mortes; A violência das separações e divórcios, que marcam as pessoas para a vida toda, ainda que elas queiram aparentar que não; A violência econômica contra o trabalhador; A violência espiritual, com a publicidade de perversões e imoralidade, financiada pelo governo como se fosse cultura; A violência das crianças e adolescentes uns contra os outros, com zombarias, apelidos, pequenas agressões, ignoradas pelos adultos, e vista como normal. Todos estes tipos de violência estão tão perto de nós que não conseguimos enxergar, até porque não é conveniente para quem se classifica como "homem de bem" enxergar estas coisas.

O fato é que a sociedade não é capaz de perceber plenamente a violência e o mal que ela mesma produz. É como mandar um juiz julgar seus próprios crimes. Isso nos leva ao dilema fundamental: se todos somos igualmente maus, quem tem o direito de julgar o outro? Somente um Justo Juiz, alguém superior, livre dos maus desejos que dominam o coração dos seres humanos, pode se assentar na cadeira mais alta do tribunal e julgar a toda a humanidade.

* Este texto é parte do artigo “Mitos da Violência” publicado inicialmente no site www.pacificadores.org e incluido no blog EvangelizaBrasil, em sequência.

José Bernardo , 46, casado com Vasti e pai de João Marcos e Isabella, é pastor, escritor e conferencista. Depois de uma significativa carreira em marketing, e bem sucedido pastorado, fundou, no ano 2.000, a missão AMME Evangelizar, com o propósito de ajudar as igrejas evangélicas brasileiras a cumprir a Grande Comissão. Sob sua liderança a AMME já ajudou mais de 30.000 igrejas a apresentar o Evangelho a mais de 90.000.000 de pessoas e agora avança para os outros países de língua portuguesa.  

Site:   www.evangelizabrasil.com .

A capacidade da sociedade perceber a verdade sobre a violência é a mesma que temos para ver qualquer coisa com nossos olhos. Quando algo está muito longe não podemos percebe-lo corretamente – assim os estadosunidenses tem dificuldade em perceber que o que estão fazendo no Iraque é uma violência que deixa o stalinismo parecendo jardim da infância. Da mesma forma os brasileiros também não conseguem enxergar a violência que estamos produzindo, como sociedade, nos povoados do sertão nordestino ou amazônico. Essa violência está muito longe de nossos olhos.

Por outro lado nossos olhos também não distinguem bem o que está muito perto, por isso temos a expressão: "Bem debaixo do nariz" ou "bem debaixo dos olhos". A violência do assédio sexual às mulheres é encarada como normal - todo homem faz isso / as mulheres é que são culpadas. A violência contra a criança - o espancamento, o abuso sexual, o abuso psíquico com xingamento, ameaças, é vista como direito de paternidade. Para compensar isso, nossa sociedade está criando outro tipo de violência: a falta de educação, em que as crianças não são disciplinadas, nem corrigidas e crescem sem aprender a controlar seus impulsos e desejos, para se tornarem agentes da violência.

A violência no trânsito; A violência nos relacionamentos familiares - desde os gritos de pais e filhos, uns com os outros, até a agressão mais franca de espancamentos e mortes; A violência das separações e divórcios, que marcam as pessoas para a vida toda, ainda que elas queiram aparentar que não; A violência econômica contra o trabalhador; A violência espiritual, com a publicidade de perversões e imoralidade, financiada pelo governo como se fosse cultura; A violência das crianças e adolescentes uns contra os outros, com zombarias, apelidos, pequenas agressões, ignoradas pelos adultos, e vista como normal. Todos estes tipos de violência estão tão perto de nós que não conseguimos enxergar, até porque não é conveniente para quem se classifica como "homem de bem" enxergar estas coisas.

O fato é que a sociedade não é capaz de perceber plenamente a violência e o mal que ela mesma produz. É como mandar um juiz julgar seus próprios crimes. Isso nos leva ao dilema fundamental: se todos somos igualmente maus, quem tem o direito de julgar o outro? Somente um Justo Juiz, alguém superior, livre dos maus desejos que dominam o coração dos seres humanos, pode se assentar na cadeira mais alta do tribunal e julgar a toda a humanidade.

* Este texto é parte do artigo “Mitos da Violência” publicado inicialmente no site www.pacificadores.org e incluido no blog EvangelizaBrasil, em sequência.

José Bernardo , 46, casado com Vasti e pai de João Marcos e Isabella, é pastor, escritor e conferencista. Depois de uma significativa carreira em marketing, e bem sucedido pastorado, fundou, no ano 2.000, a missão AMME Evangelizar, com o propósito de ajudar as igrejas evangélicas brasileiras a cumprir a Grande Comissão. Sob sua liderança a AMME já ajudou mais de 30.000 igrejas a apresentar o Evangelho a mais de 90.000.000 de pessoas e agora avança para os outros países de língua portuguesa.  

Site:   www.evangelizabrasil.com .

A capacidade da sociedade perceber a verdade sobre a violência é a mesma que temos para ver qualquer coisa com nossos olhos. Quando algo está muito longe não podemos percebe-lo corretamente – assim os estadosunidenses tem dificuldade em perceber que o que estão fazendo no Iraque é uma violência que deixa o stalinismo parecendo jardim da infância. Da mesma forma os brasileiros também não conseguem enxergar a violência que estamos produzindo, como sociedade, nos povoados do sertão nordestino ou amazônico. Essa violência está muito longe de nossos olhos.

Por outro lado nossos olhos também não distinguem bem o que está muito perto, por isso temos a expressão: "Bem debaixo do nariz" ou "bem debaixo dos olhos". A violência do assédio sexual às mulheres é encarada como normal - todo homem faz isso / as mulheres é que são culpadas. A violência contra a criança - o espancamento, o abuso sexual, o abuso psíquico com xingamento, ameaças, é vista como direito de paternidade. Para compensar isso, nossa sociedade está criando outro tipo de violência: a falta de educação, em que as crianças não são disciplinadas, nem corrigidas e crescem sem aprender a controlar seus impulsos e desejos, para se tornarem agentes da violência.

A violência no trânsito; A violência nos relacionamentos familiares - desde os gritos de pais e filhos, uns com os outros, até a agressão mais franca de espancamentos e mortes; A violência das separações e divórcios, que marcam as pessoas para a vida toda, ainda que elas queiram aparentar que não; A violência econômica contra o trabalhador; A violência espiritual, com a publicidade de perversões e imoralidade, financiada pelo governo como se fosse cultura; A violência das crianças e adolescentes uns contra os outros, com zombarias, apelidos, pequenas agressões, ignoradas pelos adultos, e vista como normal. Todos estes tipos de violência estão tão perto de nós que não conseguimos enxergar, até porque não é conveniente para quem se classifica como "homem de bem" enxergar estas coisas.

O fato é que a sociedade não é capaz de perceber plenamente a violência e o mal que ela mesma produz. É como mandar um juiz julgar seus próprios crimes. Isso nos leva ao dilema fundamental: se todos somos igualmente maus, quem tem o direito de julgar o outro? Somente um Justo Juiz, alguém superior, livre dos maus desejos que dominam o coração dos seres humanos, pode se assentar na cadeira mais alta do tribunal e julgar a toda a humanidade.

* Este texto é parte do artigo “Mitos da Violência” publicado inicialmente no site www.pacificadores.org e incluido no blog EvangelizaBrasil, em sequência.

José Bernardo , 46, casado com Vasti e pai de João Marcos e Isabella, é pastor, escritor e conferencista. Depois de uma significativa carreira em marketing, e bem sucedido pastorado, fundou, no ano 2.000, a missão AMME Evangelizar, com o propósito de ajudar as igrejas evangélicas brasileiras a cumprir a Grande Comissão. Sob sua liderança a AMME já ajudou mais de 30.000 igrejas a apresentar o Evangelho a mais de 90.000.000 de pessoas e agora avança para os outros países de língua portuguesa.  

Site:   www.evangelizabrasil.com .

A capacidade da sociedade perceber a verdade sobre a violência é a mesma que temos para ver qualquer coisa com nossos olhos. Quando algo está muito longe não podemos percebe-lo corretamente – assim os estadosunidenses tem dificuldade em perceber que o que estão fazendo no Iraque é uma violência que deixa o stalinismo parecendo jardim da infância. Da mesma forma os brasileiros também não conseguem enxergar a violência que estamos produzindo, como sociedade, nos povoados do sertão nordestino ou amazônico. Essa violência está muito longe de nossos olhos.

Por outro lado nossos olhos também não distinguem bem o que está muito perto, por isso temos a expressão: "Bem debaixo do nariz" ou "bem debaixo dos olhos". A violência do assédio sexual às mulheres é encarada como normal - todo homem faz isso / as mulheres é que são culpadas. A violência contra a criança - o espancamento, o abuso sexual, o abuso psíquico com xingamento, ameaças, é vista como direito de paternidade. Para compensar isso, nossa sociedade está criando outro tipo de violência: a falta de educação, em que as crianças não são disciplinadas, nem corrigidas e crescem sem aprender a controlar seus impulsos e desejos, para se tornarem agentes da violência.

A violência no trânsito; A violência nos relacionamentos familiares - desde os gritos de pais e filhos, uns com os outros, até a agressão mais franca de espancamentos e mortes; A violência das separações e divórcios, que marcam as pessoas para a vida toda, ainda que elas queiram aparentar que não; A violência econômica contra o trabalhador; A violência espiritual, com a publicidade de perversões e imoralidade, financiada pelo governo como se fosse cultura; A violência das crianças e adolescentes uns contra os outros, com zombarias, apelidos, pequenas agressões, ignoradas pelos adultos, e vista como normal. Todos estes tipos de violência estão tão perto de nós que não conseguimos enxergar, até porque não é conveniente para quem se classifica como "homem de bem" enxergar estas coisas.

O fato é que a sociedade não é capaz de perceber plenamente a violência e o mal que ela mesma produz. É como mandar um juiz julgar seus próprios crimes. Isso nos leva ao dilema fundamental: se todos somos igualmente maus, quem tem o direito de julgar o outro? Somente um Justo Juiz, alguém superior, livre dos maus desejos que dominam o coração dos seres humanos, pode se assentar na cadeira mais alta do tribunal e julgar a toda a humanidade.

* Este texto é parte do artigo “Mitos da Violência” publicado inicialmente no site www.pacificadores.org e incluido no blog EvangelizaBrasil, em sequência.

José Bernardo , 46, casado com Vasti e pai de João Marcos e Isabella, é pastor, escritor e conferencista. Depois de uma significativa carreira em marketing, e bem sucedido pastorado, fundou, no ano 2.000, a missão AMME Evangelizar, com o propósito de ajudar as igrejas evangélicas brasileiras a cumprir a Grande Comissão. Sob sua liderança a AMME já ajudou mais de 30.000 igrejas a apresentar o Evangelho a mais de 90.000.000 de pessoas e agora avança para os outros países de língua portuguesa.  

Site:   www.evangelizabrasil.com .

A capacidade da sociedade perceber a verdade sobre a violência é a mesma que temos para ver qualquer coisa com nossos olhos. Quando algo está muito longe não podemos percebe-lo corretamente – assim os estadosunidenses tem dificuldade em perceber que o que estão fazendo no Iraque é uma violência que deixa o stalinismo parecendo jardim da infância. Da mesma forma os brasileiros também não conseguem enxergar a violência que estamos produzindo, como sociedade, nos povoados do sertão nordestino ou amazônico. Essa violência está muito longe de nossos olhos.

Por outro lado nossos olhos também não distinguem bem o que está muito perto, por isso temos a expressão: "Bem debaixo do nariz" ou "bem debaixo dos olhos". A violência do assédio sexual às mulheres é encarada como normal - todo homem faz isso / as mulheres é que são culpadas. A violência contra a criança - o espancamento, o abuso sexual, o abuso psíquico com xingamento, ameaças, é vista como direito de paternidade. Para compensar isso, nossa sociedade está criando outro tipo de violência: a falta de educação, em que as crianças não são disciplinadas, nem corrigidas e crescem sem aprender a controlar seus impulsos e desejos, para se tornarem agentes da violência.

A violência no trânsito; A violência nos relacionamentos familiares - desde os gritos de pais e filhos, uns com os outros, até a agressão mais franca de espancamentos e mortes; A violência das separações e divórcios, que marcam as pessoas para a vida toda, ainda que elas queiram aparentar que não; A violência econômica contra o trabalhador; A violência espiritual, com a publicidade de perversões e imoralidade, financiada pelo governo como se fosse cultura; A violência das crianças e adolescentes uns contra os outros, com zombarias, apelidos, pequenas agressões, ignoradas pelos adultos, e vista como normal. Todos estes tipos de violência estão tão perto de nós que não conseguimos enxergar, até porque não é conveniente para quem se classifica como "homem de bem" enxergar estas coisas.

O fato é que a sociedade não é capaz de perceber plenamente a violência e o mal que ela mesma produz. É como mandar um juiz julgar seus próprios crimes. Isso nos leva ao dilema fundamental: se todos somos igualmente maus, quem tem o direito de julgar o outro? Somente um Justo Juiz, alguém superior, livre dos maus desejos que dominam o coração dos seres humanos, pode se assentar na cadeira mais alta do tribunal e julgar a toda a humanidade.

* Este texto é parte do artigo “Mitos da Violência” publicado inicialmente no site www.pacificadores.org e incluido no blog EvangelizaBrasil, em sequência.

José Bernardo , 46, casado com Vasti e pai de João Marcos e Isabella, é pastor, escritor e conferencista. Depois de uma significativa carreira em marketing, e bem sucedido pastorado, fundou, no ano 2.000, a missão AMME Evangelizar, com o propósito de ajudar as igrejas evangélicas brasileiras a cumprir a Grande Comissão. Sob sua liderança a AMME já ajudou mais de 30.000 igrejas a apresentar o Evangelho a mais de 90.000.000 de pessoas e agora avança para os outros países de língua portuguesa.  

Site:   www.evangelizabrasil.com .

A capacidade da sociedade perceber a verdade sobre a violência é a mesma que temos para ver qualquer coisa com nossos olhos. Quando algo está muito longe não podemos percebe-lo corretamente – assim os estadosunidenses tem dificuldade em perceber que o que estão fazendo no Iraque é uma violência que deixa o stalinismo parecendo jardim da infância. Da mesma forma os brasileiros também não conseguem enxergar a violência que estamos produzindo, como sociedade, nos povoados do sertão nordestino ou amazônico. Essa violência está muito longe de nossos olhos.

Por outro lado nossos olhos também não distinguem bem o que está muito perto, por isso temos a expressão: "Bem debaixo do nariz" ou "bem debaixo dos olhos". A violência do assédio sexual às mulheres é encarada como normal - todo homem faz isso / as mulheres é que são culpadas. A violência contra a criança - o espancamento, o abuso sexual, o abuso psíquico com xingamento, ameaças, é vista como direito de paternidade. Para compensar isso, nossa sociedade está criando outro tipo de violência: a falta de educação, em que as crianças não são disciplinadas, nem corrigidas e crescem sem aprender a controlar seus impulsos e desejos, para se tornarem agentes da violência.

A violência no trânsito; A violência nos relacionamentos familiares - desde os gritos de pais e filhos, uns com os outros, até a agressão mais franca de espancamentos e mortes; A violência das separações e divórcios, que marcam as pessoas para a vida toda, ainda que elas queiram aparentar que não; A violência econômica contra o trabalhador; A violência espiritual, com a publicidade de perversões e imoralidade, financiada pelo governo como se fosse cultura; A violência das crianças e adolescentes uns contra os outros, com zombarias, apelidos, pequenas agressões, ignoradas pelos adultos, e vista como normal. Todos estes tipos de violência estão tão perto de nós que não conseguimos enxergar, até porque não é conveniente para quem se classifica como "homem de bem" enxergar estas coisas.

O fato é que a sociedade não é capaz de perceber plenamente a violência e o mal que ela mesma produz. É como mandar um juiz julgar seus próprios crimes. Isso nos leva ao dilema fundamental: se todos somos igualmente maus, quem tem o direito de julgar o outro? Somente um Justo Juiz, alguém superior, livre dos maus desejos que dominam o coração dos seres humanos, pode se assentar na cadeira mais alta do tribunal e julgar a toda a humanidade.

* Este texto é parte do artigo “Mitos da Violência” publicado inicialmente no site www.pacificadores.org e incluido no blog EvangelizaBrasil, em sequência.

José Bernardo , 46, casado com Vasti e pai de João Marcos e Isabella, é pastor, escritor e conferencista. Depois de uma significativa carreira em marketing, e bem sucedido pastorado, fundou, no ano 2.000, a missão AMME Evangelizar, com o propósito de ajudar as igrejas evangélicas brasileiras a cumprir a Grande Comissão. Sob sua liderança a AMME já ajudou mais de 30.000 igrejas a apresentar o Evangelho a mais de 90.000.000 de pessoas e agora avança para os outros países de língua portuguesa.  

Site:   www.evangelizabrasil.com .

A capacidade da sociedade perceber a verdade sobre a violência é a mesma que temos para ver qualquer coisa com nossos olhos. Quando algo está muito longe não podemos percebe-lo corretamente – assim os estadosunidenses tem dificuldade em perceber que o que estão fazendo no Iraque é uma violência que deixa o stalinismo parecendo jardim da infância. Da mesma forma os brasileiros também não conseguem enxergar a violência que estamos produzindo, como sociedade, nos povoados do sertão nordestino ou amazônico. Essa violência está muito longe de nossos olhos.

Por outro lado nossos olhos também não distinguem bem o que está muito perto, por isso temos a expressão: "Bem debaixo do nariz" ou "bem debaixo dos olhos". A violência do assédio sexual às mulheres é encarada como normal - todo homem faz isso / as mulheres é que são culpadas. A violência contra a criança - o espancamento, o abuso sexual, o abuso psíquico com xingamento, ameaças, é vista como direito de paternidade. Para compensar isso, nossa sociedade está criando outro tipo de violência: a falta de educação, em que as crianças não são disciplinadas, nem corrigidas e crescem sem aprender a controlar seus impulsos e desejos, para se tornarem agentes da violência.

A violência no trânsito; A violência nos relacionamentos familiares - desde os gritos de pais e filhos, uns com os outros, até a agressão mais franca de espancamentos e mortes; A violência das separações e divórcios, que marcam as pessoas para a vida toda, ainda que elas queiram aparentar que não; A violência econômica contra o trabalhador; A violência espiritual, com a publicidade de perversões e imoralidade, financiada pelo governo como se fosse cultura; A violência das crianças e adolescentes uns contra os outros, com zombarias, apelidos, pequenas agressões, ignoradas pelos adultos, e vista como normal. Todos estes tipos de violência estão tão perto de nós que não conseguimos enxergar, até porque não é conveniente para quem se classifica como "homem de bem" enxergar estas coisas.

O fato é que a sociedade não é capaz de perceber plenamente a violência e o mal que ela mesma produz. É como mandar um juiz julgar seus próprios crimes. Isso nos leva ao dilema fundamental: se todos somos igualmente maus, quem tem o direito de julgar o outro? Somente um Justo Juiz, alguém superior, livre dos maus desejos que dominam o coração dos seres humanos, pode se assentar na cadeira mais alta do tribunal e julgar a toda a humanidade.

* Este texto é parte do artigo “Mitos da Violência” publicado inicialmente no site www.pacificadores.org e incluido no blog EvangelizaBrasil, em sequência.

José Bernardo , 46, casado com Vasti e pai de João Marcos e Isabella, é pastor, escritor e conferencista. Depois de uma significativa carreira em marketing, e bem sucedido pastorado, fundou, no ano 2.000, a missão AMME Evangelizar, com o propósito de ajudar as igrejas evangélicas brasileiras a cumprir a Grande Comissão. Sob sua liderança a AMME já ajudou mais de 30.000 igrejas a apresentar o Evangelho a mais de 90.000.000 de pessoas e agora avança para os outros países de língua portuguesa.  

Site:   www.evangelizabrasil.com .

A capacidade da sociedade perceber a verdade sobre a violência é a mesma que temos para ver qualquer coisa com nossos olhos. Quando algo está muito longe não podemos percebe-lo corretamente – assim os estadosunidenses tem dificuldade em perceber que o que estão fazendo no Iraque é uma violência que deixa o stalinismo parecendo jardim da infância. Da mesma forma os brasileiros também não conseguem enxergar a violência que estamos produzindo, como sociedade, nos povoados do sertão nordestino ou amazônico. Essa violência está muito longe de nossos olhos.

Por outro lado nossos olhos também não distinguem bem o que está muito perto, por isso temos a expressão: "Bem debaixo do nariz" ou "bem debaixo dos olhos". A violência do assédio sexual às mulheres é encarada como normal - todo homem faz isso / as mulheres é que são culpadas. A violência contra a criança - o espancamento, o abuso sexual, o abuso psíquico com xingamento, ameaças, é vista como direito de paternidade. Para compensar isso, nossa sociedade está criando outro tipo de violência: a falta de educação, em que as crianças não são disciplinadas, nem corrigidas e crescem sem aprender a controlar seus impulsos e desejos, para se tornarem agentes da violência.

A violência no trânsito; A violência nos relacionamentos familiares - desde os gritos de pais e filhos, uns com os outros, até a agressão mais franca de espancamentos e mortes; A violência das separações e divórcios, que marcam as pessoas para a vida toda, ainda que elas queiram aparentar que não; A violência econômica contra o trabalhador; A violência espiritual, com a publicidade de perversões e imoralidade, financiada pelo governo como se fosse cultura; A violência das crianças e adolescentes uns contra os outros, com zombarias, apelidos, pequenas agressões, ignoradas pelos adultos, e vista como normal. Todos estes tipos de violência estão tão perto de nós que não conseguimos enxergar, até porque não é conveniente para quem se classifica como "homem de bem" enxergar estas coisas.

O fato é que a sociedade não é capaz de perceber plenamente a violência e o mal que ela mesma produz. É como mandar um juiz julgar seus próprios crimes. Isso nos leva ao dilema fundamental: se todos somos igualmente maus, quem tem o direito de julgar o outro? Somente um Justo Juiz, alguém superior, livre dos maus desejos que dominam o coração dos seres humanos, pode se assentar na cadeira mais alta do tribunal e julgar a toda a humanidade.

* Este texto é parte do artigo “Mitos da Violência” publicado inicialmente no site www.pacificadores.org e incluido no blog EvangelizaBrasil, em sequência.

José Bernardo , 46, casado com Vasti e pai de João Marcos e Isabella, é pastor, escritor e conferencista. Depois de uma significativa carreira em marketing, e bem sucedido pastorado, fundou, no ano 2.000, a missão AMME Evangelizar, com o propósito de ajudar as igrejas evangélicas brasileiras a cumprir a Grande Comissão. Sob sua liderança a AMME já ajudou mais de 30.000 igrejas a apresentar o Evangelho a mais de 90.000.000 de pessoas e agora avança para os outros países de língua portuguesa.  

Site:   www.evangelizabrasil.com .

A capacidade da sociedade perceber a verdade sobre a violência é a mesma que temos para ver qualquer coisa com nossos olhos. Quando algo está muito longe não podemos percebe-lo corretamente – assim os estadosunidenses tem dificuldade em perceber que o que estão fazendo no Iraque é uma violência que deixa o stalinismo parecendo jardim da infância. Da mesma forma os brasileiros também não conseguem enxergar a violência que estamos produzindo, como sociedade, nos povoados do sertão nordestino ou amazônico. Essa violência está muito longe de nossos olhos.

Por outro lado nossos olhos também não distinguem bem o que está muito perto, por isso temos a expressão: "Bem debaixo do nariz" ou "bem debaixo dos olhos". A violência do assédio sexual às mulheres é encarada como normal - todo homem faz isso / as mulheres é que são culpadas. A violência contra a criança - o espancamento, o abuso sexual, o abuso psíquico com xingamento, ameaças, é vista como direito de paternidade. Para compensar isso, nossa sociedade está criando outro tipo de violência: a falta de educação, em que as crianças não são disciplinadas, nem corrigidas e crescem sem aprender a controlar seus impulsos e desejos, para se tornarem agentes da violência.

A violência no trânsito; A violência nos relacionamentos familiares - desde os gritos de pais e filhos, uns com os outros, até a agressão mais franca de espancamentos e mortes; A violência das separações e divórcios, que marcam as pessoas para a vida toda, ainda que elas queiram aparentar que não; A violência econômica contra o trabalhador; A violência espiritual, com a publicidade de perversões e imoralidade, financiada pelo governo como se fosse cultura; A violência das crianças e adolescentes uns contra os outros, com zombarias, apelidos, pequenas agressões, ignoradas pelos adultos, e vista como normal. Todos estes tipos de violência estão tão perto de nós que não conseguimos enxergar, até porque não é conveniente para quem se classifica como "homem de bem" enxergar estas coisas.

O fato é que a sociedade não é capaz de perceber plenamente a violência e o mal que ela mesma produz. É como mandar um juiz julgar seus próprios crimes. Isso nos leva ao dilema fundamental: se todos somos igualmente maus, quem tem o direito de julgar o outro? Somente um Justo Juiz, alguém superior, livre dos maus desejos que dominam o coração dos seres humanos, pode se assentar na cadeira mais alta do tribunal e julgar a toda a humanidade.

* Este texto é parte do artigo “Mitos da Violência” publicado inicialmente no site www.pacificadores.org e incluido no blog EvangelizaBrasil, em sequência.

José Bernardo , 46, casado com Vasti e pai de João Marcos e Isabella, é pastor, escritor e conferencista. Depois de uma significativa carreira em marketing, e bem sucedido pastorado, fundou, no ano 2.000, a missão AMME Evangelizar, com o propósito de ajudar as igrejas evangélicas brasileiras a cumprir a Grande Comissão. Sob sua liderança a AMME já ajudou mais de 30.000 igrejas a apresentar o Evangelho a mais de 90.000.000 de pessoas e agora avança para os outros países de língua portuguesa.  

Site:   www.evangelizabrasil.com .

A capacidade da sociedade perceber a verdade sobre a violência é a mesma que temos para ver qualquer coisa com nossos olhos. Quando algo está muito longe não podemos percebe-lo corretamente – assim os estadosunidenses tem dificuldade em perceber que o que estão fazendo no Iraque é uma violência que deixa o stalinismo parecendo jardim da infância. Da mesma forma os brasileiros também não conseguem enxergar a violência que estamos produzindo, como sociedade, nos povoados do sertão nordestino ou amazônico. Essa violência está muito longe de nossos olhos.

Por outro lado nossos olhos também não distinguem bem o que está muito perto, por isso temos a expressão: "Bem debaixo do nariz" ou "bem debaixo dos olhos". A violência do assédio sexual às mulheres é encarada como normal - todo homem faz isso / as mulheres é que são culpadas. A violência contra a criança - o espancamento, o abuso sexual, o abuso psíquico com xingamento, ameaças, é vista como direito de paternidade. Para compensar isso, nossa sociedade está criando outro tipo de violência: a falta de educação, em que as crianças não são disciplinadas, nem corrigidas e crescem sem aprender a controlar seus impulsos e desejos, para se tornarem agentes da violência.

A violência no trânsito; A violência nos relacionamentos familiares - desde os gritos de pais e filhos, uns com os outros, até a agressão mais franca de espancamentos e mortes; A violência das separações e divórcios, que marcam as pessoas para a vida toda, ainda que elas queiram aparentar que não; A violência econômica contra o trabalhador; A violência espiritual, com a publicidade de perversões e imoralidade, financiada pelo governo como se fosse cultura; A violência das crianças e adolescentes uns contra os outros, com zombarias, apelidos, pequenas agressões, ignoradas pelos adultos, e vista como normal. Todos estes tipos de violência estão tão perto de nós que não conseguimos enxergar, até porque não é conveniente para quem se classifica como "homem de bem" enxergar estas coisas.

O fato é que a sociedade não é capaz de perceber plenamente a violência e o mal que ela mesma produz. É como mandar um juiz julgar seus próprios crimes. Isso nos leva ao dilema fundamental: se todos somos igualmente maus, quem tem o direito de julgar o outro? Somente um Justo Juiz, alguém superior, livre dos maus desejos que dominam o coração dos seres humanos, pode se assentar na cadeira mais alta do tribunal e julgar a toda a humanidade.

* Este texto é parte do artigo “Mitos da Violência” publicado inicialmente no site www.pacificadores.org e incluido no blog EvangelizaBrasil, em sequência.

José Bernardo , 46, casado com Vasti e pai de João Marcos e Isabella, é pastor, escritor e conferencista. Depois de uma significativa carreira em marketing, e bem sucedido pastorado, fundou, no ano 2.000, a missão AMME Evangelizar, com o propósito de ajudar as igrejas evangélicas brasileiras a cumprir a Grande Comissão. Sob sua liderança a AMME já ajudou mais de 30.000 igrejas a apresentar o Evangelho a mais de 90.000.000 de pessoas e agora avança para os outros países de língua portuguesa.  

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Por outro lado nossos olhos também não distinguem bem o que está muito perto, por isso temos a expressão: "Bem debaixo do nariz" ou "bem debaixo dos olhos". A violência do assédio sexual às mulheres é encarada como normal - todo homem faz isso / as mulheres é que são culpadas. A violência contra a criança - o espancamento, o abuso sexual, o abuso psíquico com xingamento, ameaças, é vista como direito de paternidade. Para compensar isso, nossa sociedade está criando outro tipo de violência: a falta de educação, em que as crianças não são disciplinadas, nem corrigidas e crescem sem aprender a controlar seus impulsos e desejos, para se tornarem agentes da violência.

A violência no trânsito; A violência nos relacionamentos familiares - desde os gritos de pais e filhos, uns com os outros, até a agressão mais franca de espancamentos e mortes; A violência das separações e divórcios, que marcam as pessoas para a vida toda, ainda que elas queiram aparentar que não; A violência econômica contra o trabalhador; A violência espiritual, com a publicidade de perversões e imoralidade, financiada pelo governo como se fosse cultura; A violência das crianças e adolescentes uns contra os outros, com zombarias, apelidos, pequenas agressões, ignoradas pelos adultos, e vista como normal. Todos estes tipos de violência estão tão perto de nós que não conseguimos enxergar, até porque não é conveniente para quem se classifica como "homem de bem" enxergar estas coisas.

O fato é que a sociedade não é capaz de perceber plenamente a violência e o mal que ela mesma produz. É como mandar um juiz julgar seus próprios crimes. Isso nos leva ao dilema fundamental: se todos somos igualmente maus, quem tem o direito de julgar o outro? Somente um Justo Juiz, alguém superior, livre dos maus desejos que dominam o coração dos seres humanos, pode se assentar na cadeira mais alta do tribunal e julgar a toda a humanidade.

* Este texto é parte do artigo “Mitos da Violência” publicado inicialmente no site www.pacificadores.org e incluido no blog EvangelizaBrasil, em sequência.

José Bernardo , 46, casado com Vasti e pai de João Marcos e Isabella, é pastor, escritor e conferencista. Depois de uma significativa carreira em marketing, e bem sucedido pastorado, fundou, no ano 2.000, a missão AMME Evangelizar, com o propósito de ajudar as igrejas evangélicas brasileiras a cumprir a Grande Comissão. Sob sua liderança a AMME já ajudou mais de 30.000 igrejas a apresentar o Evangelho a mais de 90.000.000 de pessoas e agora avança para os outros países de língua portuguesa.  

Site:   www.evangelizabrasil.com .

A capacidade da sociedade perceber a verdade sobre a violência é a mesma que temos para ver qualquer coisa com nossos olhos. Quando algo está muito longe não podemos percebe-lo corretamente – assim os estadosunidenses tem dificuldade em perceber que o que estão fazendo no Iraque é uma violência que deixa o stalinismo parecendo jardim da infância. Da mesma forma os brasileiros também não conseguem enxergar a violência que estamos produzindo, como sociedade, nos povoados do sertão nordestino ou amazônico. Essa violência está muito longe de nossos olhos.

Por outro lado nossos olhos também não distinguem bem o que está muito perto, por isso temos a expressão: "Bem debaixo do nariz" ou "bem debaixo dos olhos". A violência do assédio sexual às mulheres é encarada como normal - todo homem faz isso / as mulheres é que são culpadas. A violência contra a criança - o espancamento, o abuso sexual, o abuso psíquico com xingamento, ameaças, é vista como direito de paternidade. Para compensar isso, nossa sociedade está criando outro tipo de violência: a falta de educação, em que as crianças não são disciplinadas, nem corrigidas e crescem sem aprender a controlar seus impulsos e desejos, para se tornarem agentes da violência.

A violência no trânsito; A violência nos relacionamentos familiares - desde os gritos de pais e filhos, uns com os outros, até a agressão mais franca de espancamentos e mortes; A violência das separações e divórcios, que marcam as pessoas para a vida toda, ainda que elas queiram aparentar que não; A violência econômica contra o trabalhador; A violência espiritual, com a publicidade de perversões e imoralidade, financiada pelo governo como se fosse cultura; A violência das crianças e adolescentes uns contra os outros, com zombarias, apelidos, pequenas agressões, ignoradas pelos adultos, e vista como normal. Todos estes tipos de violência estão tão perto de nós que não conseguimos enxergar, até porque não é conveniente para quem se classifica como "homem de bem" enxergar estas coisas.

O fato é que a sociedade não é capaz de perceber plenamente a violência e o mal que ela mesma produz. É como mandar um juiz julgar seus próprios crimes. Isso nos leva ao dilema fundamental: se todos somos igualmente maus, quem tem o direito de julgar o outro? Somente um Justo Juiz, alguém superior, livre dos maus desejos que dominam o coração dos seres humanos, pode se assentar na cadeira mais alta do tribunal e julgar a toda a humanidade.

* Este texto é parte do artigo “Mitos da Violência” publicado inicialmente no site www.pacificadores.org e incluido no blog EvangelizaBrasil, em sequência.

José Bernardo , 46, casado com Vasti e pai de João Marcos e Isabella, é pastor, escritor e conferencista. Depois de uma significativa carreira em marketing, e bem sucedido pastorado, fundou, no ano 2.000, a missão AMME Evangelizar, com o propósito de ajudar as igrejas evangélicas brasileiras a cumprir a Grande Comissão. Sob sua liderança a AMME já ajudou mais de 30.000 igrejas a apresentar o Evangelho a mais de 90.000.000 de pessoas e agora avança para os outros países de língua portuguesa.  

Site:   www.evangelizabrasil.com .

A capacidade da sociedade perceber a verdade sobre a violência é a mesma que temos para ver qualquer coisa com nossos olhos. Quando algo está muito longe não podemos percebe-lo corretamente – assim os estadosunidenses tem dificuldade em perceber que o que estão fazendo no Iraque é uma violência que deixa o stalinismo parecendo jardim da infância. Da mesma forma os brasileiros também não conseguem enxergar a violência que estamos produzindo, como sociedade, nos povoados do sertão nordestino ou amazônico. Essa violência está muito longe de nossos olhos.

Por outro lado nossos olhos também não distinguem bem o que está muito perto, por isso temos a expressão: "Bem debaixo do nariz" ou "bem debaixo dos olhos". A violência do assédio sexual às mulheres é encarada como normal - todo homem faz isso / as mulheres é que são culpadas. A violência contra a criança - o espancamento, o abuso sexual, o abuso psíquico com xingamento, ameaças, é vista como direito de paternidade. Para compensar isso, nossa sociedade está criando outro tipo de violência: a falta de educação, em que as crianças não são disciplinadas, nem corrigidas e crescem sem aprender a controlar seus impulsos e desejos, para se tornarem agentes da violência.

A violência no trânsito; A violência nos relacionamentos familiares - desde os gritos de pais e filhos, uns com os outros, até a agressão mais franca de espancamentos e mortes; A violência das separações e divórcios, que marcam as pessoas para a vida toda, ainda que elas queiram aparentar que não; A violência econômica contra o trabalhador; A violência espiritual, com a publicidade de perversões e imoralidade, financiada pelo governo como se fosse cultura; A violência das crianças e adolescentes uns contra os outros, com zombarias, apelidos, pequenas agressões, ignoradas pelos adultos, e vista como normal. Todos estes tipos de violência estão tão perto de nós que não conseguimos enxergar, até porque não é conveniente para quem se classifica como "homem de bem" enxergar estas coisas.

O fato é que a sociedade não é capaz de perceber plenamente a violência e o mal que ela mesma produz. É como mandar um juiz julgar seus próprios crimes. Isso nos leva ao dilema fundamental: se todos somos igualmente maus, quem tem o direito de julgar o outro? Somente um Justo Juiz, alguém superior, livre dos maus desejos que dominam o coração dos seres humanos, pode se assentar na cadeira mais alta do tribunal e julgar a toda a humanidade.

* Este texto é parte do artigo “Mitos da Violência” publicado inicialmente no site www.pacificadores.org e incluido no blog EvangelizaBrasil, em sequência.

José Bernardo , 46, casado com Vasti e pai de João Marcos e Isabella, é pastor, escritor e conferencista. Depois de uma significativa carreira em marketing, e bem sucedido pastorado, fundou, no ano 2.000, a missão AMME Evangelizar, com o propósito de ajudar as igrejas evangélicas brasileiras a cumprir a Grande Comissão. Sob sua liderança a AMME já ajudou mais de 30.000 igrejas a apresentar o Evangelho a mais de 90.000.000 de pessoas e agora avança para os outros países de língua portuguesa.  

Site:   www.evangelizabrasil.com .

A capacidade da sociedade perceber a verdade sobre a violência é a mesma que temos para ver qualquer coisa com nossos olhos. Quando algo está muito longe não podemos percebe-lo corretamente – assim os estadosunidenses tem dificuldade em perceber que o que estão fazendo no Iraque é uma violência que deixa o stalinismo parecendo jardim da infância. Da mesma forma os brasileiros também não conseguem enxergar a violência que estamos produzindo, como sociedade, nos povoados do sertão nordestino ou amazônico. Essa violência está muito longe de nossos olhos.

Por outro lado nossos olhos também não distinguem bem o que está muito perto, por isso temos a expressão: "Bem debaixo do nariz" ou "bem debaixo dos olhos". A violência do assédio sexual às mulheres é encarada como normal - todo homem faz isso / as mulheres é que são culpadas. A violência contra a criança - o espancamento, o abuso sexual, o abuso psíquico com xingamento, ameaças, é vista como direito de paternidade. Para compensar isso, nossa sociedade está criando outro tipo de violência: a falta de educação, em que as crianças não são disciplinadas, nem corrigidas e crescem sem aprender a controlar seus impulsos e desejos, para se tornarem agentes da violência.

A violência no trânsito; A violência nos relacionamentos familiares - desde os gritos de pais e filhos, uns com os outros, até a agressão mais franca de espancamentos e mortes; A violência das separações e divórcios, que marcam as pessoas para a vida toda, ainda que elas queiram aparentar que não; A violência econômica contra o trabalhador; A violência espiritual, com a publicidade de perversões e imoralidade, financiada pelo governo como se fosse cultura; A violência das crianças e adolescentes uns contra os outros, com zombarias, apelidos, pequenas agressões, ignoradas pelos adultos, e vista como normal. Todos estes tipos de violência estão tão perto de nós que não conseguimos enxergar, até porque não é conveniente para quem se classifica como "homem de bem" enxergar estas coisas.

O fato é que a sociedade não é capaz de perceber plenamente a violência e o mal que ela mesma produz. É como mandar um juiz julgar seus próprios crimes. Isso nos leva ao dilema fundamental: se todos somos igualmente maus, quem tem o direito de julgar o outro? Somente um Justo Juiz, alguém superior, livre dos maus desejos que dominam o coração dos seres humanos, pode se assentar na cadeira mais alta do tribunal e julgar a toda a humanidade.

* Este texto é parte do artigo “Mitos da Violência” publicado inicialmente no site www.pacificadores.org e incluido no blog EvangelizaBrasil, em sequência.

José Bernardo , 46, casado com Vasti e pai de João Marcos e Isabella, é pastor, escritor e conferencista. Depois de uma significativa carreira em marketing, e bem sucedido pastorado, fundou, no ano 2.000, a missão AMME Evangelizar, com o propósito de ajudar as igrejas evangélicas brasileiras a cumprir a Grande Comissão. Sob sua liderança a AMME já ajudou mais de 30.000 igrejas a apresentar o Evangelho a mais de 90.000.000 de pessoas e agora avança para os outros países de língua portuguesa.  

Site:   www.evangelizabrasil.com .

A capacidade da sociedade perceber a verdade sobre a violência é a mesma que temos para ver qualquer coisa com nossos olhos. Quando algo está muito longe não podemos percebe-lo corretamente – assim os estadosunidenses tem dificuldade em perceber que o que estão fazendo no Iraque é uma violência que deixa o stalinismo parecendo jardim da infância. Da mesma forma os brasileiros também não conseguem enxergar a violência que estamos produzindo, como sociedade, nos povoados do sertão nordestino ou amazônico. Essa violência está muito longe de nossos olhos.

Por outro lado nossos olhos também não distinguem bem o que está muito perto, por isso temos a expressão: "Bem debaixo do nariz" ou "bem debaixo dos olhos". A violência do assédio sexual às mulheres é encarada como normal - todo homem faz isso / as mulheres é que são culpadas. A violência contra a criança - o espancamento, o abuso sexual, o abuso psíquico com xingamento, ameaças, é vista como direito de paternidade. Para compensar isso, nossa sociedade está criando outro tipo de violência: a falta de educação, em que as crianças não são disciplinadas, nem corrigidas e crescem sem aprender a controlar seus impulsos e desejos, para se tornarem agentes da violência.

A violência no trânsito; A violência nos relacionamentos familiares - desde os gritos de pais e filhos, uns com os outros, até a agressão mais franca de espancamentos e mortes; A violência das separações e divórcios, que marcam as pessoas para a vida toda, ainda que elas queiram aparentar que não; A violência econômica contra o trabalhador; A violência espiritual, com a publicidade de perversões e imoralidade, financiada pelo governo como se fosse cultura; A violência das crianças e adolescentes uns contra os outros, com zombarias, apelidos, pequenas agressões, ignoradas pelos adultos, e vista como normal. Todos estes tipos de violência estão tão perto de nós que não conseguimos enxergar, até porque não é conveniente para quem se classifica como "homem de bem" enxergar estas coisas.

O fato é que a sociedade não é capaz de perceber plenamente a violência e o mal que ela mesma produz. É como mandar um juiz julgar seus próprios crimes. Isso nos leva ao dilema fundamental: se todos somos igualmente maus, quem tem o direito de julgar o outro? Somente um Justo Juiz, alguém superior, livre dos maus desejos que dominam o coração dos seres humanos, pode se assentar na cadeira mais alta do tribunal e julgar a toda a humanidade.

* Este texto é parte do artigo “Mitos da Violência” publicado inicialmente no site www.pacificadores.org e incluido no blog EvangelizaBrasil, em sequência.

José Bernardo , 46, casado com Vasti e pai de João Marcos e Isabella, é pastor, escritor e conferencista. Depois de uma significativa carreira em marketing, e bem sucedido pastorado, fundou, no ano 2.000, a missão AMME Evangelizar, com o propósito de ajudar as igrejas evangélicas brasileiras a cumprir a Grande Comissão. Sob sua liderança a AMME já ajudou mais de 30.000 igrejas a apresentar o Evangelho a mais de 90.000.000 de pessoas e agora avança para os outros países de língua portuguesa.  

Site:   www.evangelizabrasil.com .

A capacidade da sociedade perceber a verdade sobre a violência é a mesma que temos para ver qualquer coisa com nossos olhos. Quando algo está muito longe não podemos percebe-lo corretamente – assim os estadosunidenses tem dificuldade em perceber que o que estão fazendo no Iraque é uma violência que deixa o stalinismo parecendo jardim da infância. Da mesma forma os brasileiros também não conseguem enxergar a violência que estamos produzindo, como sociedade, nos povoados do sertão nordestino ou amazônico. Essa violência está muito longe de nossos olhos.

Por outro lado nossos olhos também não distinguem bem o que está muito perto, por isso temos a expressão: "Bem debaixo do nariz" ou "bem debaixo dos olhos". A violência do assédio sexual às mulheres é encarada como normal - todo homem faz isso / as mulheres é que são culpadas. A violência contra a criança - o espancamento, o abuso sexual, o abuso psíquico com xingamento, ameaças, é vista como direito de paternidade. Para compensar isso, nossa sociedade está criando outro tipo de violência: a falta de educação, em que as crianças não são disciplinadas, nem corrigidas e crescem sem aprender a controlar seus impulsos e desejos, para se tornarem agentes da violência.

A violência no trânsito; A violência nos relacionamentos familiares - desde os gritos de pais e filhos, uns com os outros, até a agressão mais franca de espancamentos e mortes; A violência das separações e divórcios, que marcam as pessoas para a vida toda, ainda que elas queiram aparentar que não; A violência econômica contra o trabalhador; A violência espiritual, com a publicidade de perversões e imoralidade, financiada pelo governo como se fosse cultura; A violência das crianças e adolescentes uns contra os outros, com zombarias, apelidos, pequenas agressões, ignoradas pelos adultos, e vista como normal. Todos estes tipos de violência estão tão perto de nós que não conseguimos enxergar, até porque não é conveniente para quem se classifica como "homem de bem" enxergar estas coisas.

O fato é que a sociedade não é capaz de perceber plenamente a violência e o mal que ela mesma produz. É como mandar um juiz julgar seus próprios crimes. Isso nos leva ao dilema fundamental: se todos somos igualmente maus, quem tem o direito de julgar o outro? Somente um Justo Juiz, alguém superior, livre dos maus desejos que dominam o coração dos seres humanos, pode se assentar na cadeira mais alta do tribunal e julgar a toda a humanidade.

* Este texto é parte do artigo “Mitos da Violência” publicado inicialmente no site www.pacificadores.org e incluido no blog EvangelizaBrasil, em sequência.

José Bernardo , 46, casado com Vasti e pai de João Marcos e Isabella, é pastor, escritor e conferencista. Depois de uma significativa carreira em marketing, e bem sucedido pastorado, fundou, no ano 2.000, a missão AMME Evangelizar, com o propósito de ajudar as igrejas evangélicas brasileiras a cumprir a Grande Comissão. Sob sua liderança a AMME já ajudou mais de 30.000 igrejas a apresentar o Evangelho a mais de 90.000.000 de pessoas e agora avança para os outros países de língua portuguesa.  

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