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O que fazer com os embriões excedentes?

O que fazer com os embriões excedentes?

Atualizado: Quinta-feira, 5 Junho de 2008 as 12

A decisão do Supremo Tribunal Federal em favor da pesquisa e terapia com células-tronco embrionárias, geradas por fertilizacão in vitro, traz esperança para milhares de pessoas. "Essa é uma questão que está longe de chegar a um consenso, pois envolve aspectos éticos, sociais e legais. Entretanto, não pode ficar estagnada. No Instituto Verhum temos mais de 1700 embriões congelados", relata Dr. Vinicius Medina Lopes, ginecologista especialista em reprodução assistida.  

A fertilização in vitro (FIV) consiste na tentativa de fecundação do óvulo pelo espermatozóide em laboratório. No processo, aqueles que não são implantados no útero da mulher, os embriões excedentes, são congelados. Para alguns casais esse é um momento de angústia. De acordo com o Conselho Federal de Medicina, os embriões não podem ser destruídos ou descartados. Então, o que fazer? Congelar? Doar? "A transferência de embriões varia para cada paciente. Congelá-los pode aumentar as chances de uma concepção futura em caso de insucesso na primeira tentativa. Assim, tanto a mulher, quanto o homem, não repete todo o processo clínico, que, por muitas vezes é doloroso e desgastante para o casal", explica Dr. Vinicius.  

Esperança -  As células-tronco possuem a capacidade de auto-replicação e de se transformar em tecidos. Devido à essas características, elas vêm sendo muito pesquisadas com o intuito de se diferenciar em células do tecido lesionado, tais como tecido nervoso, coração, fígado, pâncreas, podendo levar à cura para diabetes, paralisias, cardiopatias, entre outras.    

Inovação - A modernidade e o comprometimento do Verhum garantem ao Instituto a vanguarda no tratamento de reprodução assistida no DF. Nas técnicas de fertilização em vitro a clínica tem percentual comparado aos indicadores mundiais.

Postado por: Claudia Moraes

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