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Operação retira de circulação 26 ônibus do Rio, Niterói e Baixada

Operação retira de circulação 26 ônibus do Rio, Niterói e Baixada

Atualizado: Quarta-feira, 2 Fevereiro de 2011 as 1:06

Fiscais do Departamento de Transportes Rodoviários (Detro) fizeram uma operação na manhã desta quarta-feira (2) nos terminais rodoviários de Niterói, do Rio e da Baixada Fluminense e tiraram de circulação 26 ônibus que não apresentavam as condições exigidas para o transporte de passageiros ou circulavam em itinerário não autorizado.

Em Niterói, a operação “Legal tem que ser Legal” aconteceu no terminal das Charitas, próximo à estação do catamarã, na Zona Sul da cidade, onde fazem ponto final as linhas que ligam Niterói ao  Rio de Janeiro. Foram retirados de circulação dois veículos da Autolotação Ingá, por mau estado de conservação, e outros três da Viação 1001 pelo mesmo motivo, sendo que esta última teve também nove ônibus tirados de circulação por itinerário não autorizado na linha Itaipu-Charitas, já que os veículos deveriam estar trafegando na linha Castelo-Charitas.

O G1 entrou em contato com Autolotação Ingá. A empresa informou que não tomou conhecimento sobre a operação. Já na Viação 1001, nenhum responsável da assessoria de imprensa foi encontrado para comentar o caso.

Terminal da Pavuna e Campo Grande

Já no Rio, a operação aconteceu no terminal da Pavuna, onde foram recolhidos dois ônibus da Vila Rica, um da Ponte Preta e três da São José. No terminal de Campo Grande foram tirados de circulação três veículos da Expresso Mangaratiba e um da Ponte Preta.

A empresa Vila Rica não atendeu as ligações do G1 . Já o assessor da Ponte Preta não foi encontrado. A Expresso Mangaratiba não possui assessoria de imprensa e nenhum responsável comentou o caso. Os representantes da São José não foram encontrados.

Na Baixada, o terminal fiscalizado foi o de São João do Meriti, onde foram tirados de circulação dois ônibus da empresa Santa Terezinha. Entre as falhas anotadas pela fiscalização estão a má conservação dos ônibus .

O G1 entrou em contato com a empresa de ônibus Santa Terezinha, mas nenhum responsável foi localizado.    

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