
Pessoas que precisaram de atendimento médico na rede pública de saúde do Distrito Federal durante este final de semana encontraram dificuldades. Os pacientes foram informados que faltavam médicos nos hospitais de Ceilândia, Taguatinga e Samambaia. Pela manhã, o atendimento era feito por três médicos na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Samambaia, mas à tarde apenas um clínico estava na escala, com prioridade para atender pacientes internados.
O chefe de equipe da UPA, identificado como Alexandre, disse que é "raridade ter médicos na unidade. Sábado à tarde, por exemplo, não teve nenhum médico, afirmou.
A dona de casa Maria Angélica de Sousa contou que a filha foi atendida por enfermeiros na unidade de Samambaia. Não foi pediatra, foram as enfermeiras que atenderam e mandaram a gente voltar para casa. Caso ela piore, vamos retornar, se tiver médico, explicou.
A Secretaria de Saúde do DF informou que o Hospital de Taguatinga deveria ter três clínicos pela manhã, mas um faltou sem justificar a ausência, e o outro estava de licença médica. No Hospital de Ceilândia, o único clínico que atendeu pela manhã deu prioridade aos casos mais graves. A Secretaria afirmou ainda que o atendimento na UPA de Samambaia estava dentro da normalidade pela manhã, com três clínicos.
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