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Passageiros de ônibus são assaltados no Centro do Rio, diz polícia

Passageiros de ônibus são assaltados no Centro do Rio, diz polícia

Atualizado: Quinta-feira, 1 Setembro de 2011 as 9:05

Pelo menos dez passageiros de um ônibus que faz o trajeto Maricá-Castelo foram assaltados na noite desta quarta-feira (31) no Centro do Rio. Segundo a polícia, foram roubados celulares, relógios de pulso e dinheiro.

Ainda de acordo com a PM, o crime teria sido cometido por dois homens armados. Eles ainda teriam obrigado a motorista a seguir viagem pela Avenida Brasil, até a altura da Favela Parque Alegria, no Caju, na Zona Portuária.

Segundo a polícia, eles fugiram em direção à favela. O caso foi registrado na 17ª (São Cristovão).

Ferida em assalto a ônibus deixa CTI

A mulher de 46 anos que foi baleada no tórax durante o sequestro a um ônibus no dia 9 de agosto deixou o CTI do Hospital Souza Aguiar, no Centro, na terça-feira (30). A informação foi divulgada pela Secretaria municipal de Saúde, na quarta-feira (31). A paciente está lúcida e seu quadro de saúde é considerado estável. Ela segue sem previsão de alta. 

Sequestro a ônibus no dia 9 de agosto

(Foto: Marcos de Paula /Agência Estado/ AE)

  Um grupo fez passageiros de um coletivo reféns na noite do dia 9, na Avenida Presidente Vargas, no Centro, por cerca de uma hora. Dois suspeitos do crime foram presos. Eles tiveram a prisão preventiva decretada. No dia 13, outro homem, que também chegou a ser preso sob suspeita de participação no sequestro, foi solto após a Justiça decretar seu relaxamento de prisão. Segundo a delegada Sania Burlandi, da 6ª DP, ele é sobrinho do traficante Fernandinho Beira-Mar . Um quarto suspeito também teve a prisão preventiva decretada.

Laudo do ICCE

Um laudo do Instituto de Criminalistica Carlos Éboli apontou que foram feitos 14 disparos, todos de fora para dentro do ônibus. A perícia mostrou, ainda, que há possibilidade do ônibus ter sido atingido por tiros de armas de calibres diferentes.

Um dia após o assalto, o comandante da Polícia Militar, coronel Mário Sérgio Duarte, admitiu que houve erro dos policiais que atiraram contra o ônibus, mas disse também que há indícios de que um dos disparos tenha sido feito por criminoso. “Nós sabemos que não podemos atirar, salvo em legítima defesa”, disse o comandante.            

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