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Perícia é feita em loja assaltada na Zona Sul de SP

Perícia é feita em loja assaltada na Zona Sul de SP

Atualizado: Quinta-feira, 8 Dezembro de 2011 as 8:17

Peritos da Polícia Científica realizaram durante a madrugada desta quinta-feira (8) a perícia na loja de material de construção onde um policial e um suspeito de assalto morreram após um tiroteio nesta quarta-feira (7). Pessoas que estavam na loja foram feitas reféns. Um segundo policial também foi baleado, mas sobreviveu.

Policiais que investigam o caso, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), ainda estavam no local do crime pouco antes das 6h desta quinta. O policial que morreu estava sem o colete à prova de balas no momento que negociava a rendição com o suspeito. Segundo a coronel da PM Maria Aparecida Carvalho Yamamoto, o colete foi deixado no carro da equipe. De acordo com ela, pelo menos oito pessoas foram mantidas reféns no interior da loja - quatro homens e quatro mulheres. Todos os reféns foram liberados sem ferimentos, segundo a PM.

O tenente-coronel Fernando Demétrio Oliveira, comandante do 1º Batalhão da PM, responsável pela área, não soube dizer se os dois policiais estavam com o colete. “Tudo o que for pertinente a essa ocorrência será objeto de apuração tanto da Polícia Civil quanto da PM”, disse. Ele afirmou que a corporação dará todo o apoio para a família do policial que morreu na ação.

A polícia informou que três criminosos invadiram a loja no início da noite. Dois deles conseguiram fugir e o terceiro permaneceu no local com os reféns. Os policiais cercaram a loja, que fica na Estrada do M’Boi Mirim.

O helicóptero Águia e o Grupo de Ações Táticas Especiais, da PM, também foram acionados para ajudar no cerco. O tiroteio começou quando um dos suspeitos negociava a liberação dos reféns e atirou contra os policiais, que revidaram.

O policial morto é Sandro Moretti Silva Andrade,de 46 anos. Ele chegou há pouco tempo de Novo Horizonte, a 429 km de São Paulo, e ainda morava no Batalhão.

Segundo a coronel Maria Aparecida Carvalho Yamamoto, Sandro estava de folga, mas se prontificou a ajudar na operação. Ele tinha dois filhos: uma menina, de seis meses, e um rapaz, de 18 anos.          

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