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PM baleado em rebelião em Alexânia segue internado em estado grave

PM baleado em rebelião em Alexânia segue internado em estado grave

Atualizado: Sexta-feira, 24 Junho de 2011 as 2:18

O cabo da Polícia Militar goiana baleado nesta quinta-feira (23) durante a rebelião na Agência Prisional de Alexânia (GO), cidade a cerca de 100 quilômetros de Brasília, continua internado em estado grave na UTI do Hospital de Urgência de Anápolis. O homem tem 40 anos e deu entrada no hospital às 19h desta quinta, ferido com um tiro no tórax. Ele passou por uma cirurgia e, segundo informações do hospital, está inconsciente e respira com ajuda de aparelhos.

De acordo com o diretor da unidade prisional, Carlos Pitanga, um dos agentes prisionais ferido durante o motim recebeu alta na madrugada desta sexta-feira (24). Ele foi atingido com um tiro no braço e outro de raspão no peito.

Pitanga informou ainda que o outro agente prisional baleado na rebelião deve continuar internado até domingo. "Ele levou dois tiros nos braços e um na canela, mas não foi nada grave", disse.     Segundo a assessoria da Superintendência do Sistema de Execução Penal de Goiás (Susepe), os dois presos feridos durante a recaptura pela polícia também seguem internados, sem risco de morte. A Susepe não soube informar quando eles vão receber alta.

De acordo com o subcomandante da companhia de operações especiais da Polícia Militar de Goiânia, Alexandre Salibas, seis presos conseguiram escapar durante a rebelião que começou por volta das 17h30 desta quinta. Uma tentativa frustrada de fuga teria motivado a rebelião.

“Houve uma tentativa de fuga onde seis presos conseguiram êxito. Os demais, em não conseguindo êxito, se rebelaram”, afirmou. Os detentos atearam fogo em colchões e móveis, o que danificou a área da administração do presídio. A rede elétrica da unidade também foi afetada.

O diretor da Agência Prisional informou que a energia elétrica na unidade já foi religada e que parte da instalação está sendo trocada. "As celas estão normais, mas as duas salas da admnistração onde houve a explosão do botijão de gás estão destruídas, o teto caiu", disse.

De acordo com Pitanga, cinco presos que seriam os mentores da rebelião foram transferidos para o complexo penitenciário de Goiânia.      

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