MENU

PM divulga mensagens de apoio a policiais após atentados em São Paulo

PM divulga mensagens de apoio a policiais após atentados em São Paulo

Atualizado: Quarta-feira, 27 Junho de 2012 as 5:17

Comando Geral da PM diz ter recebido apoio do vice-presidente da República, do Instituto Sou da Paz, do Instituto SP Contra a Violência e da Associação dos Magistrados do Brasil

O Comando Geral da Polícia Militar (PM) de São Paulo informou nesta quarta-feira que recebeu diversas manifestações de apoio após policiais militares e bases da PM serem alvos de atentados desde o início do mês. Após onda de ataques, os agentes que fazem o patrulhamento no Estado trabalham em alerta total. Mais policiais estão nas ruas e a segurança foi reforçada na capital paulista.

Segundo a PM, entre as mensagens de apoio recebidas se destacam as do Instituto Sou da Paz, do Instituto São Paulo Contra a Violência e da Associação dos Magistrados do Brasil.

Em carta, o vice-presidente da República Michel Temer destacou a grandeza e o valor da policia paulista. “Neste momento em que a sociedade paulista está sendo vítima de atentados perpetrados contra policiais militares, atentados sim, pois foram atos covardes que, além das vítimas serem valorosos homens que fizeram um juramento para defender a sociedade, foram crimes cometidos contra a população e contra o Estado”, diz o comunicado enviado por Temer.

De acordo com o comando da PM, as mensagens de solidariedade \"demonstram o apoio que a sociedade oferece a todos os profissionais que honram e zelam pela instituição que defendem, pelo juramento que fizeram e pela dedicação com que prestam segurança aos brasileiros e cidadãos do Estado de São Paulo\".

Ataques

Além da morte de policiais fora do horário de serviço, criminosos tem ateado fogo a ônibus na região metropolitana de São Paulo em todas as noites, desde sábado. Pelo menos sete mortes de policiais aconteceram desde 30 de maio. Seis delas nos últimos 12 dias, sendo que nos últimos quatro dias foram registrados quatro casos, um por dia. Veja abaixo quais foram os sete últimos executados, em uma sucessão de crimes considerada por Jorge Carlos Carrasco, diretor do DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa), uma “retaliação” dos criminosos ao trabalho da Polícia Militar.

 

 

veja também