Prefeito de cidade do Paraná é assassinado a tiros

Prefeito de cidade do Paraná é assassinado a tiros

Atualizado: Terça-feira, 2 Março de 2010 as 12

O prefeito de Rio Branco do Sul - município da Região Metropolitana de Curitiba -, Adel Rutz (PP), foi assassinado na noite desta segunda-feira, no centro da cidade. Segundo informações da Polícia Civil, o crime ocorreu por volta das 20h, próximo à residência do prefeito.

Ainda segundo a polícia, o prefeito foi executado dentro do próprio carro, um automóvel Golf, sendo atingido por quatro tiros disparados de uma motocicleta preta. A informação inicial da Polícia Militar era de que mais de dez tiros haviam sido disparados. Rutz chegou a ser encaminhado para o Hospital Municipal de Rio Branco do Sul, mas não resistiu aos ferimentos. A moto foi apreendida.

A polícia ainda não tem informações sobre a motivação do crime. No momento, buscas são realizadas em todo o município atrás de pistas sobre o crime.

Ex-vereador do município, Rutz, 36 anos, tomou posse no ano passado para seu primeiro mandato como prefeito em 2009, após derrotar o ex-prefeito Amauri Johnson (PSC) nas eleições de 2008, com 65% dos votos, recebendo a maior votação da história do município 13.135 votos. Com a morte de Rutz, assume o cargo o vice-prefeito, Emerson Caxa, do PMDB.

Porto Alegre

Na noite de sexta-feira, o secretário de Saúde de Porto Alegre, Eliseu Santos (PTB), também foi assassinado. Ex-vice-prefeito de Porto Alegre, Eliseu foi atingido por um tiro no coração e outro no tornozelo perto do estacionamento de um supermercado, na zona norte da capital gaúcha.

O político havia acabado de sair de um culto evangélico e estava acompanhado da mulher e da filha, que nada sofreram. A vítima chegou a trocar tiros com os assassinos e acertou pelo menos um dos bandidos antes de morrer. Apesar de não descartar nenhuma hipótese, os chefes da investigação acreditam que o crime tem mais características de assalto do que de morte encomendada. Eliseu Santos havia recebido ameaças de morte em maio de 2009.

Por: Roger Pereira

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