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Prostituição em área residencial constrange moradores em BH

Prostituição em área residencial constrange moradores em BH

Atualizado: Terça-feira, 30 Agosto de 2011 as 11:59

A prostituição não é crime, mas é um problema social muito antigo nas ruas de Belo Horizonte. Uma reportagem do Bom Dia Minas, exibida nesta terça-feira (30), mostra que mulheres, travestis e homens tomaram conta de alguns pontos da cidade, onde oferecem o corpo em troca de dinheiro. Moradores se sentem constrangidos e desprotegidos, já que, em alguns casos, o sexo é feito na rua mesmo.

Moradores reclamam de algumas cenas que veem na porta de casa. “A gente presencia de tudo, tráfico, palavrão, de tudo a gente vê. Presencia na própria porta de casa brigas, espancamento eu já vi aqui. Não tem como uma criança sair de casa para brincar. Eu já fui confundida na rua”, reclama moradora que não quis ser identificada.     A reportagem mostrou alguns pontos da capital que são frequentados para prostituição. A Avenida Afonso Pena é um dos pontos de maior fluxo. O valor cobrado nos programas varia entre R$ 50 a R$ 100.

Um travesti foi flagrado pelas câmeras na Avenida Brasil, fazendo programa na rua. A Polícia Militar alerta que ato violento ao pudor deve ser denunciado. “Há necessidade de um acionamento da Polícia Militar por meio de um cidadão que está sendo constrangido com aquela atitude”, afirma o assessor de comunicação da Polícia Militar, Gedir Rocha.

Segundo a assessoria de comunicação, a Prefeitura de Belo Horizonte informou que a implementação de políticas públicas para combater a prostituição é limitada. E que o acolhimento de mulheres, homens e travestis é realizado a partir de demandas específicas, que chegam à Coordenadoria de Defesa dos Direitos das Mulheres e também à Coordenadoria de Direitos Humanos.

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