Redes de comercialização serão novidade na Feira da Agricultura Familiar

Redes de comercialização serão novidade na Feira da Agricultura Familiar

Atualizado: Terça-feira, 6 Outubro de 2009 as 12

As redes de serviços e comercialização, que demonstram o processo de organização da agricultura familiar brasileira, são uma das novidades que a 6ª Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária estará apresentando ao público a partir de amanhã, 7 de outubro. O evento ocorre pela segunda vez na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, e é organizado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).

"Uma rede é uma associação, uma cooperativa, um grupo de agroindústrias que se unem  para buscar os serviços, principalmente a comercialização", disse à Agência Brasil o  coordenador geral de Planejamento e Implantação de Projetos do MDA, José Adelmar Batista.

A Associação dos Pequenos Agricultores do Oeste Catarinense (Apaco), por exemplo, tem 122 agroindústrias dedicadas à produção  de queijo, embutidos, mel e geléias. José Batista afirmou que além da comercialização, os agricultores buscam assistência técnica, apoio à gestão, desenvolvimento de novos produtos, capacitação e boas práticas. "É uma série de itens de serviços que podem ser trabalhados em redes como essas que vão estar na feira".

Na edição 2009 do evento, chamada Brasil Rural Contemporâneo, foi ampliada  a área dedicada a espaços temáticos. Além de orgânicos e cachaça, a feira mostrará aos visitantes o Espaço Amazônia, que procura dar ao público um pequeno retrato do ambiente real da floresta, com imagens, sons e vegetação típicos da região, além dos produtos locais.

Outro espaço novo é a Praça dos Ofícios/Artesanato, que traduz a diversidade da produção artesanal brasileira, revelando o comércio justo e solidário que,  a partir de resíduos da própria natureza, produz peças encontradas nos vários biomas do país para geração de emprego e renda na área rural.

Para Batista, a participação em um evento como esse representa um ganho para o pequeno agricultor. "Eu acho que o ganho é a divulgação do produto e o intercâmbio que isso gera. A gente percebe a cada ano o avanço, a melhoria na qualidade do produto, nos rótulos, na marca. É o intercâmbio. É descobrir, é ver o que o consumidor está querendo".

Outro aspecto importante, segundo ele, é mostrar que o produto existe. "A feira mostra que a agricultura familiar é um grupo econômico considerável". Batista destacou que o último censo agrícola, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela aumento do número de estabelecimentos. Hoje, são 4,367 milhões, contra 4,100 milhões no censo anterior.

Para o MDA, é importante mostrar à sociedade o peso que a agricultura familiar tem na economia, afirmou Batista. "Esse aspecto é importantíssimo. Poder divulgar e mostrar para a sociedade de onde sai o feijão, o queijo, o leite, o mel  que  vão para a mesa diariamente.  Mostrar que é da agricultura familiar e que ela tem valor".

Um total de 650 expositores - agricultores individuais e associados em cooperativas,- além de redes de comercialização, está inscrito nessa nova edição do Brasil Rural Contemporâneo.

O encontro será encerrado no dia 12, data em que se comemora o Dia da Criança. Por isso, o evento terá o Espaço Brincante, dedicado ao público infantil que, além de brincadeiras e jogos, terá oportunidade de conhecer  o que é a agricultura familiar e qual a sua importância.

"É importante para que a criança - a maioria do meio urbano - saiba o que está acontecendo na feira, que aqui não é só um espaço de lazer e  que o que está  proporcionando isso é o agricultor que está lá na roça, produzindo na terra, tirando o leite".

As redes de serviços e comercialização, que demonstram o processo de organização da agricultura familiar brasileira, são uma das novidades que a 6ª Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária estará apresentando ao público a partir de amanhã, 7 de outubro. O evento ocorre pela segunda vez na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, e é organizado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).

"Uma rede é uma associação, uma cooperativa, um grupo de agroindústrias que se unem  para buscar os serviços, principalmente a comercialização", disse à Agência Brasil o  coordenador geral de Planejamento e Implantação de Projetos do MDA, José Adelmar Batista.

A Associação dos Pequenos Agricultores do Oeste Catarinense (Apaco), por exemplo, tem 122 agroindústrias dedicadas à produção  de queijo, embutidos, mel e geléias. José Batista afirmou que além da comercialização, os agricultores buscam assistência técnica, apoio à gestão, desenvolvimento de novos produtos, capacitação e boas práticas. "É uma série de itens de serviços que podem ser trabalhados em redes como essas que vão estar na feira".

Na edição 2009 do evento, chamada Brasil Rural Contemporâneo, foi ampliada  a área dedicada a espaços temáticos. Além de orgânicos e cachaça, a feira mostrará aos visitantes o Espaço Amazônia, que procura dar ao público um pequeno retrato do ambiente real da floresta, com imagens, sons e vegetação típicos da região, além dos produtos locais.

Outro espaço novo é a Praça dos Ofícios/Artesanato, que traduz a diversidade da produção artesanal brasileira, revelando o comércio justo e solidário que,  a partir de resíduos da própria natureza, produz peças encontradas nos vários biomas do país para geração de emprego e renda na área rural.

Para Batista, a participação em um evento como esse representa um ganho para o pequeno agricultor. "Eu acho que o ganho é a divulgação do produto e o intercâmbio que isso gera. A gente percebe a cada ano o avanço, a melhoria na qualidade do produto, nos rótulos, na marca. É o intercâmbio. É descobrir, é ver o que o consumidor está querendo".

Outro aspecto importante, segundo ele, é mostrar que o produto existe. "A feira mostra que a agricultura familiar é um grupo econômico considerável". Batista destacou que o último censo agrícola, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela aumento do número de estabelecimentos. Hoje, são 4,367 milhões, contra 4,100 milhões no censo anterior.

Para o MDA, é importante mostrar à sociedade o peso que a agricultura familiar tem na economia, afirmou Batista. "Esse aspecto é importantíssimo. Poder divulgar e mostrar para a sociedade de onde sai o feijão, o queijo, o leite, o mel  que  vão para a mesa diariamente.  Mostrar que é da agricultura familiar e que ela tem valor".

Um total de 650 expositores - agricultores individuais e associados em cooperativas,- além de redes de comercialização, está inscrito nessa nova edição do Brasil Rural Contemporâneo.

O encontro será encerrado no dia 12, data em que se comemora o Dia da Criança. Por isso, o evento terá o Espaço Brincante, dedicado ao público infantil que, além de brincadeiras e jogos, terá oportunidade de conhecer  o que é a agricultura familiar e qual a sua importância.

"É importante para que a criança - a maioria do meio urbano - saiba o que está acontecendo na feira, que aqui não é só um espaço de lazer e  que o que está  proporcionando isso é o agricultor que está lá na roça, produzindo na terra, tirando o leite".

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