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Segurança em condomínios depende de porteiros bem treinados e monitoramento eletrônico eficaz

Segurança em condomínios depende de porteiros bem treinados e monitoramento eletrônico eficaz

Atualizado: Quinta-feira, 28 Janeiro de 2010 as 12

A segurança da residência é uma das maiores preocupações dos moradores seja de casas ou apartamentos. No caso dos condomínios fechados, onde a sensação de segurança é maior, também é preciso tomar certos cuidados para estar livre de assaltos ou vandalismos. Para isso, duas ferramentas são fundamentais para que o local se torne seguro: porteiros treinados e monitoramento eletrônico eficaz.

De acordo com Walter Uvo, da empresa de segurança FocusMind, o aumento do número de arrastões a condomínios está relacionado ao aumento da criminalidade no País. "Condomínios bem equipados, onde há monitoramentos eletrônicos e profissionais de portaria treinados, não são alvos de quadrilhas, pois os assaltantes preferem locais que não apresentem muita dificuldade de acesso e ação", defende.

Segundo Jorge T. Margueiro, da GS Terceirização de nada adianta a tecnologia do monitoramento eletrônico se os profissionais que ocupam as portarias dos condomínios não estiverem preparados. "Esses profissionais de portaria não são seguranças, mas precisam ter a sensibilidade necessária para zelar pela segurança. Por isso, são rigorosamente selecionados e após a contratação passam por treinamentos específicos onde estudam as possibilidades de abordagem suspeita e participam de simulações de ações necessárias em caso de perigo. Os porteiros precisam ser treinados para identificar o que pode ser suspeito e como proceder em prol da segurança do condomínio e seus moradores. Para contratarem profissionais de portaria bem treinados e experientes, a maioria dos condomínios está recorrendo a empresas terceirizadas e especializadas no assunto.", explica.

Essas empresas, além de fazerem a gestão técnica destes profissionais, fazem o monitoramento 24 horas da portaria, também para verificar como está o trabalho do porteiro. "Existe um 'alerta vigia', onde o profissional precisa digitar uma senha a cada 15 minutos, caso se ausente o alarme soa e a central entra em contato para averiguar o que ocorreu e se necessário envia apoio", detalha Amilton Saraiva Costa, também da GS Terceirização.

De acordo com Walter Uvo, as possibilidades para investir em segurança patrimonial são inúmeras e os custos elevados. "O investimento em segurança não é em vão. Para isso são necessários gravadores digitais, também conhecidos como DVR (Digital Vídeo Recorder), stand-alone profissionais, câmeras de alta definição, mini câmeras, micro câmeras, placas de alarme, sensores de presença, botões de pânico, sensores magnéticos e serviços como monitoramento 24 horas através de uma central própria (alarme e vídeo), apoio operacional com uma equipe qualifica para atender a necessidade local, serviços técnicos (instalações e manutenções), consultoria de segurança e cabines blindadas com vigilante são fundamentais.", detalha o especialista.

Para Amilton Saraiva, a segurança de um condomínio depende não apenas da boa atuação do profissional da portaria e do monitoramento eletrônico. "Há três pilares fundamentais, que são: o porteiro, o equipamento e o morador. Se há uma conscientização, todo o risco de assalto e invasões diminui. Por isso, todo condomínio tem regras de controle de acesso e segurança, que devem ser conhecidas de todos, principalmente dos moradores. O porteiro é peça fundamental na hora de orientar os moradores e ajudá-los a manter a segurança do local. O porteiro precisa ter uma leitura aprimorada e ter todos os acontecimentos da portaria sob controle", alerta.

Por: Vanessa Aquino

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