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Servidores entregam reivindicações ao Ministério do Planejamento

Servidores entregam reivindicações ao Ministério do Planejamento

Atualizado: Quinta-feira, 16 Junho de 2011 as 3:59

Uma comissão formada por representantes de entidades presentes na marcha dos funcionários técnico-administrativos de universidades federais, realizada nesta quinta-feira (16), foi recebida pelo secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva Ferreira.

Representantes sindicais são recebidos por secretário no Ministério do Planejamento (Foto: G1 DF)

  De acordo com o secretário, a reunião serviu para que a comissão entregasse um manifesto com as reivindicações das entidades. “Nós temos uma agenda específica, inclusive, temos uma reunião com o conjunto das entidades marcada para o dia 5 de julho”, afirmou.

A marcha foi realizada pela Federação de Sindicatos de Trabalhadores em Educação das Universidades Brasileiras (Fasubra). Segundo a organização, oito mil pessoas compareceram. Trinta entidades de vários setores do serviço público participaram da manifestação.

Marcha saiu Catedral de Brasília e terminou em

frente ao Ministério do Planejamento (Foto: G1 DF)

  Entre as reivindicações dos servidores das universidades federais estão o reajuste do piso salarial para três salários mínimos, o aprimoramento da carreira e a correção das distorções existentes no Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação (PCCTAE).

Segundo Duvanier Paiva, o Ministério do Planejamento tem se reunido com setores específicos para receber as reivindicações. “Nós tínhamos uma agenda definida com a direção da Fasubra. Fizemos uma primeira reunião para definir como a pauta seria tratada e definimos três reuniões. Na segunda, a Fasubra rompeu e decretou a greve. O governo considera que eles optaram por não negociar”, disse.

A greve nacional dos servidores técnico-administrativos teve início no dia 6 de junho. Um dia depois, os servidores da Universidade de Brasília (UnB)  aderiram ao movimento . De acordo com a Fasubra, das 46 universidades federais, 44 já aderiram ao movimento grevista.

O coordenador-geral da federação, Paulo Henrique Santos, afirmou que as negociaçoes estão paradas. "Estamos intensificando a greve dentros das universidades e buscando apoio parlamentar", destacou.          

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