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Sindicato dos bancários em SP quer segurança em caixas eletrônicos

Sindicato dos bancários em SP quer segurança em caixas eletrônicos

Atualizado: Quinta-feira, 12 Maio de 2011 as 3:43

O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região (Seb-SP) quer que os bancos do estado reforcem a segurança nas áreas dos caixas eletrônicos das agências e também se responsabilizem pelas máquinas de dinheiro colocadas em estabelecimentos comerciais. A proposta, que não é nova, é defendida pela categoria como uma tentativa para inibir os ataques a caixas eletrônicos.

Atualmente, este é o crime da moda, segundo palavras do próprio secretário da Segurança Pública de SP, Antonio Ferreira Pinto. A Grande São Paulo registra desde o começo do ano 122 casos, quase um por dia. Só na capital paulista foram 69 crimes desse tipo. No interior, ocorreram 53. Para roubar o dinheiro dentro deles, os criminosos explodem os aparelhos com dinamite.

As duas principais sugestões que o sindicato dos bancários defende contra os ataques aos caixas eletrônicos são:

1) presença de segurança ostensiva privada e armada dentro do espaço dos caixas eletrônicos de agências bancárias ou dentro dos bancos, no período das 6h às 22h. O objetivo é proteger clientes, funcionários e caixas.

2) Nas áreas não bancárias, como supermercados, postos de combustíveis, farmácias e shoppings, a sugestão é que banco se responsabilize pelo espaço onde os caixas eletrônicos ficam. Mas diferentemente da agência, o banco terá de se responsabilizar 24 horas por dia pelo espaço porque esse é o tempo de funcionamento das máquinas.

“Em outras palavras, defendemos a responsabilidade do banco em colocar vigilância armada nas áreas dos caixas eletrônicos nas agências, das 6h às 22h. E que se responsabilize também pelos caixas que estão fora dos bancos, mas que essa responsabilidade seja compatível com o tempo de uso da máquina. Como nesses locais o horário de funcionamento é de 24 horas por dia, a ideia é que o banco também pense numa maneira de garantir segurança para o local no mesmo período”, disse nesta quinta-feira (12) Daniel Reis, diretor executivo da Seb.

Procurada nesta tarde, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) ainda não havia respondido aos questionamentos do G1 .        

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