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Suspeitos de chacina devem ser identificados nesta segunda, diz polícia

Suspeitos de chacina devem ser identificados nesta segunda, diz polícia

Atualizado: Segunda-feira, 25 Abril de 2011 as 11:29

De acordo com o superintendente da Polícia Civil de Piraquara, Marcos Furtado, ainda na manhã desta segunda-feira (25) a polícia deve chegar até os dois homens suspeitos da morte de cinco pessoas encontradas em uma chácara na madrugada de sábado (23) , na Região Metropoliatana de Curitiba. A Polícia Civil de Piraquara identificou os supostos crimonosos através de uma denúncia.

Uma das hipóteses trabalhadas pela polícia é de que a chacina teria sido motivada por vingança. Segundo a polícia, a forma como as vítimas foram encontradas são características de uma execução planejada. A primeira suspeita foi de latrocínio , em que o crime teria sido motivado pela informação de que haveria uma grande quantidade de dinheiro na chácara proveniente da venda de lotes da região.

Os irmãos e ambientalistas, Antônio Luiz e Jorge Grando, foram assassinados a tiros, na chácara de Jorge Grande, junto com mais três pessoas, Albino da Silva, Gilmar Reinert e Valdir Lopes. Todos eles foram encontrados amarrados e mortos com tiros na nuca e nos olhos. A polícia informou que todos foram executados por estarem no local e serem amigos de Jorge.

O enterro de Antônio e Jorge Grando será às 11h desta segunda (25), no cemitério Bom Jesus dos Passos, em Piraquara.

Jorge Roberto Carvalho Grando, de 53 anos, foi Secretário do Meio Ambiente de Pinhais, também na Região Metropolitana de Curitiba, fundou a Associação Paranaense de Preservação Ambiental do Rio Iguaçu e Serra do Mar (Appam), que trabalhava na proteção das nascentes dos rios que abastecem a capital paranaense, e era conhecido em todo o estado pelos trabalhos ambientais que desenvolvia.

O irmão de Jorge, Antônio Luís Carvalho Grando, de 46 anos, também era funcionário da Prefeitura de Pinhais e morava com o irmão na chácara onde ocorreu o crime. A terceira vítima, Gilmar Reinert, era amigo dos irmãos e vizinho. Valdir Vicente Lopes era agente penitenciário e ajudava Jorge em um programa de ajuda a dependentes de drogas e ex-presidiários. Albino da Silva, a quinta vítima, era vizinho, teria passado na casa de Jorge para conversar e teria sido rendido pelos criminosos.      

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