
Os vereadores de São Paulo voltam a discutir nesta terça (22) o projeto de lei que passa para a iniciativa privada a administração dos relógios de rua da capital.
Há dois anos vários aparelhos não estão funcionando. Na segunda, o assunto começou a ser discutido na Câmara. Segundo a Secretaria de Infraestrutura Urbana, um terço dos relógios não está funcionando.
Os vereadores, no entanto, temem que a Lei Cidade Limpa seja desrespeitada se a iniciativa privada receber a concessão e, em troca, poder anunciar nos totens. O tempo de concessão, que pode chegar a 30 anos, também é alvo de discórdia.
A Prefeitura de São Paulo gasta R$ 600 mil por anos com a manutenção dos relógios.
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