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"A SKY não está preocupada com o 3D"

"A SKY não está preocupada com o 3D"

Atualizado: Sexta-feira, 12 Novembro de 2010 as 1:39

É o que afirma Luis Otavio Marchezetti, diretor de engenharia da   Sky . Na última quarta-feira (10), estive no Centro de Transmissão da Sky, o maior da América Latina, localizado em Santana do Parnaíba, na Grande São Paulo, onde numa reunião informal o executivo revelou que a empresa não tem planos de apostar em   3D   a curto e médio prazo. “Hoje, há uma série de barreiras, como a impossibilidade de gerar receitas e a indefinição de um padrão único, que inviabiliza a adoção da tecnologia aqui no País.”

A decisão vai de encontro com a iniciativa da Directv Group (empresa da qual faz parte a Sky), que já oferece no Exterior dois canais com transmissão 24 horas em 3D. O objetivo da empresa, segundo Marchezetti, é o de ampliar a grade com novos canais em alta definição, o que, em minha opinião, é a posição mais correta. Afinal, a base instalada de TVs HD e a venda de pacotes com esses canais não para de crescer.

Após aprender como funciona o sistema de recepção e transmissão e questionar o executivo sobre características não muito bacanas relativas ao decoder HD e as transmissões, finalmente, conheci parte da estrutura do centro de transmissão. Inaugurado em 1996 com um investimento de mais de 100 milhões de reais, o local abriga três antenas de transmissão com 13m de diâmetro e uma reserva de 7,6m, que se destacam logo na entrada do prédio.

Nas áreas técnicas (e geladas), pude ver de perto centenas de equipamentos de compressão MPEG2/MPEG4 e dezenas de televisores, exibindo em tempo real informações sobre os canais e demais serviços. Geradores de alta capacidade e equipamentos reservas, que podem entrar em operação imediata, revelam o cuidado dos engenheiros da Sky em manter o funcionamento ininterrupto de todo o sistema.

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