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Furukawa lança sua tecnologia Passive Optical

Furukawa lança sua tecnologia Passive Optical

Atualizado: Quinta-feira, 28 Outubro de 2010 as 8:49

Solução propõe uso das Redes Ópticas Passivas (PON) para transmissão de Serviços em Ultra Banda Larga e mira setor público.

A Furukawa lança sua solução óptica passiva para conexões de rede LAN (PON LAN Furukawa), que propõe aos mercados de ISPs (Internet Service Providers) e ao setor público, o uso de redes óticas passivas (PON) para transmissão de serviços em Ultra Banda Larga. Para o fabricante há diversos benefícios que justificam o uso das fibras como meio de comunicação de dados: redução dos custos operacionais e de manutenção das redes, alta velocidade de acesso (100Mbps-1Gbps), segurança e menor consumo de energia.

“Essas redes ópticas são ponto-multiponto, ou seja, usa-se apenas uma fibra para viabilizar o compartilhamento de dados ou serviços entre diversos usuários, sem uso de qualquer elemento ativo entre o equipamento na última e o equipamento do provedor de acesso. Desta forma reduz-se substancialmente o custo efetivo das operações”, explica Nelson Saito, gerente do Departamento Técnico FTTx da companhia.

Ultra banda larga para as cidades

Entre as aplicações da solução PON LAN Furukawa, o fabricante aposta forte nos projetos de cidades digitais. “Espero que os gestores municipais adotem a sua tecnologia de ultra banda larga em velocidade de acesso de 100Mbps, ou superior, para interconectar as redes de Segurança Pública, Educação e Saúde, gerando não só transparência, mas um grande diferencial nos serviços prestados à população”, diz Saito.

Segundo ele, a nova tecnologia é atraente aos gestores que buscam a sustentabilidade dos investimentos, com baixo custo de manutenção. “Interconectar as diversas redes de computadores de uma malha administrativa municipal significa um passo muito adiante do que vem sendo proposto nos projetos de cidades digitais já conhecidos no Brasil, onde o acesso tem sempre tecnologia wirelles no meio do caminho, com vida curta, banda limitada e constantes quedas de sinais devido às chuvas e ventos, requerendo muito investimento em equipes tecnicas para manutenção”.

O executivo diz que, por se tratar de uma tecnologia inovadora, não há ainda, no setor público, dados para exemplificar a viabilidade econômica dos projetos. “Mas podemos nos basear na indústria, que prova a eficiência e eficácia da fibra como meio”, afirma, dando como exemplos a americana Verizon, que obteve uma redução de US$ 5 bilhões no custo de operação e a japonesa NTT, registrando uma economia de US$ 7 bilhões/ano, ambas apostando no uso da tecnologia, além de projetos das operadoras nacionais que começam a ser divulgados

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