MENU

Google Chrome já é o terceiro navegador mais acessado no Brasil

Google Chrome já é o terceiro navegador mais acessado no Brasil

Atualizado: Sexta-feira, 5 Setembro de 2008 as 12

Nos dois primeiros dias, Google Chrome mostra sua força e abre um novo capítulo na história dos browsers de internet, que vêm se democratizando.

Quando o Firefox vinha crescendo mês a mês, o Google lança a primeira versão do seu navegador - o Google Chrome - para brigar por uma fatia deste mercado. Nos dois primeiros dias de uso, o Google Chrome já representou 1,11% dos acessos à Internet brasileira, tornando-se o terceiro browser mais utilizado, à frente de concorrentes maduros como o Apple Safari e o Opera, segundo dados monitorados pela Predicta - consultoria especializada na análise do comportamento de navegação dos internautas brasileiros.

Segundo Fred Pacheco, gerente de Business Intelligence da consultoria, esses dados devem movimentar a briga entre Microsoft e Google. "A queda que a Microsoft tem sofrido nos últimos meses ainda é pequena, mas tem impacto direto no multimilionário mercado de buscadores, já que o padrão do Internet Explorer é o Live Search da Microsoft, contra o Firefox e o Chrome, que usam o Google" afirma o executivo.

O executivo afirma que em curto prazo é possível que abalos mais sensíveis aconteçam ao Firefox que ao navegador da Microsoft: "o Firefox é utilizado em grande parte pelo grupo que chamamos de early adopters, ou seja, aquelas pessoas que aceitam inovações tecnológicas antes da massa e esse grupo tem maior propensão a experimentar inovação mais cedo que os demais usuários, por isso, podemos assumir que esse grupo será o primeiro a experimentar o Google Chrome", afirma.

Isso se reforça quando a análise é detalhada em acesso a conteúdos mais específicos como canais de tecnologia. Neste público, mais antenado com as inovações tecnológicas, a penetração do Google Chrome já chega a 5,16% dos acessos. "Considerando o poder de penetração do Google no mundo online, o cenário desse mercado promete mudar radicalmente nos próximos meses", complementa Pacheco.

veja também