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Interface para iPhone permite o controle de funções na palma da mão

Interface para iPhone permite o controle de funções na palma da mão

Atualizado: Terça-feira, 24 Maio de 2011 as 2:34

Pesquisadores do Instituto Plattner Hasso, na Alemanha, estão desenvolvendo uma interface que permitirá o controle de funções touchscreen dos smartphones na palma da mão do usuário, ou seja, sem precisar tirar o aparelho do bolso e nem ao menos relar nele.

O sistema, assim como explica o site Technology Review, consiste em câmeras de profundidade (semelhante ao Kinect), um software para analizar o vídeos e a transmissão das informações ao aparelho celular via ondas de rádio. Patrick Baudisch, professor de ciência da computação no instituto, afirma que o protótipo de “telefone invisível” serve para que “o usuário possa controlar seu smartphone sem que ele seja fisicamente necessário”.

O sistema utiliza uma câmera tridimensional e destaca a palma da mão do usuário, identificando os movimentos do dedo, transmitindo via Wi-Fi os comando ao telefone. Uma das grandes vantagens, segundo os pesquisadores, é que o telefone não precisa “aprender” nenhum movimento novo, já que o usuário faz o mesmo movimento em sua mão que faria na tela. Mesmo assim, eles deixam claro que sua interface não pretende de modo algum substituir o aparelho, mas apenas tornar algumas funções mais convenientes.

Baudisch conta que é fácil de imagina a situação de alguém lavando a louça ou comendo algo bastante gorduroso como um pastel ou um hambúrguer (com as mãos, claro) quando o telefone toca. Quem atende a ligação com as mãos sujas ou molhadas? Poucos, certo? Pois é exatamente pensando nestas situações que os pesquisadores alemães desenvolvem o sistema. É claro também que, para quem vive em cidades com maiores índices de roubos e assaltos, não precisar tirar um iPhone do bolso em determinadas regiões também seria uma boa ideia.

O site Dvice explica que ainda há muitos passos à frente para que a interface chegue ao usuário final. Atualmente, as câmeras são montadas em um enorme dispositivo na cabeça do usuário, mas a equipe pensa em diminuí-lo drasticamente para conseguir colocá-lo em roupas e mesmo armações de óculos.        

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