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Processo de US$ 400 milhões da Activision contra EA irá a julgamento

Processo de US$ 400 milhões da Activision contra EA irá a julgamento

Atualizado: Segunda-feira, 21 Março de 2011 as 1:54

A batalha entre Activision e Electronic Arts pelos fundadores da Infinity Ward , empresa responsável por Call of Duty , está para sair do ramo da briga de quintais para um verdadeiro julgamento. A Suprema Corte da Califórnia definiu que o processo da Activision no valor de US$ 400 milhões contra a Electronic Arts tem um embasamento forte o suficiente para seguir adiante.     O desentendimento começou quando Jason West e Vince Zampella, fundadores da Infinity Ward , foram demitidos e processaram a Activision , dizendo que a demissão seria para que a empresa não precisasse pagar US$ 36 milhões em royalties pelo sucesso de Call of Duty: Modern Warfare 2 .

A Activision então revidou em dezembro processando os dois criadores e a Electronic Arts , por interferência de contrato. A EA requisitou que o processo fosse indeferido por falta de evidências, mas o juiz Elihu Berle indeferiu apenas uma das quatro alegações do processo, a única alegação que não será levada adiante é a de que Jason e Vince já estivessem conversando com a Electronic Arts enquanto eram empregados da Activision , o que feriria cláusulas de seus contratos.     Depois de saírem da Infinity Ward , Jason West e Vince Zampella fundaram a Respawn Entertainment , que contou com a presença de quase cinquenta ex-funcionários da Infinity Ward que pediram demissão logo após a saída deles. Desde então a empresa firmou uma parceria com a Electronic Arts , onde o Presidente da empresa, Frank Gibeau comentou que a oportunidade caiu no colo deles após a demissão dos dois.

Jason e Vince já chegaram a acusar a Activision de estar arrastando o processo para que os valores gastos excedessem as capacidades deles. A imagem da empresa sem dúvida fica severamente abalada com esse tipo de acusação, o que poderia levar a mais processos futuramente. Activision e Electronic Arts se encontrarão em julgamento a partir de maio.    

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