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Relatório revela insegurança na mobilidade de usuários e profissionais

Relatório revela insegurança na mobilidade de usuários e profissionais

Atualizado: Quarta-feira, 25 Maio de 2011 as 2:43

A McAfee constatou em seu relatório global sobre as oportunidades e desafios no consumo da TI e impacto na segurança, que embora um número cada vez maior de consumidores use dispositivos móveis para atividades profissionais e pessoais, a conduta de risco e os procedimentos de segurança ineficientes são comuns.

A dependência dos dispositivos móveis já é significativa e está se intensificando rapidamente. O estudo mostra que quase metade das empresas depende muito dos dispositivos móveis. Cerca de sete em cada dez empresas confiam mais nestes dispositivos do que confiavam 12 meses atrás. A TI está cada vez mais pessoal e as empresas operam agora em um ambiente móvel heterogêneo, em que os BlackBerrys deixaram de ser o padrão. O estudo revelou que 63% dos dispositivos corporativos também são usados para atividades pessoais.

A pesquisa aponta ainda uma série de divergências entre a política e a realidade, pois 95% das empresas têm regras para os dispositivos móveis, mas só um em cada três funcionários conhece bem as normas corporativas de segurança móvel.

Segundo o levantamento, entre as principais preocupações de profissionais de TI e usuários finais estão a perda e o roubo dos aparelhos móveis; quatro em cada dez empresas tiveram dispositivos móveis perdidos ou roubados, sendo que metade desses dispositivos continha dados essenciais da companhia. Mais de um terço das perdas de dispositivos móveis afetou financeiramente as organizações e dois terços das corporações que sofreram perdas/roubos de dispositivos móveis reforçaram a segurança desses equipamentos após os incidentes.

A análise indica que embora a necessidade de reduzir os riscos e as ameaças à segurança móvel seja conhecida, menos da metade dos usuários de dispositivos faz backup dos dados armazenados em dispositivos móveis com frequência superior a uma vez por semana. Aproximadamente metade dos usuários de dispositivos armazena senhas, códigos PIN ou informações de cartão de crédito em dispositivos móveis. Um em cada três usuários armazena informações confidenciais relacionadas ao trabalho em dispositivos móveis.

"Os dispositivos móveis são mais propensos a roubo ou perda, porém as conexões móveis podem permitir a mobilidade usando mecanismos de segurança com rastreamento dos aparelhos, como o mecanismo da BlackBerry, que bloqueia smartphone e o apaga remotamente os dados", analisa Eduardo Tude, CEO da Teleco, consultoria e portal brasileiro de informações sobre telecom.

O estudo realizado em parceria com a Universidade Carnegie Mellon, em Pittsburgh, no estado da Pensilvânia nos Estados Unidos foi encomendado pela McAfee e conduzido pelo Cylab, com com a participação de mais de 1.500 profissionais da área de TI e usuários finais, em 14 países.

“Os dispositivos já não são de uso apenas pessoal ou somente profissional, são as duas coisas", avalia Richard Power, da Universidade que fez o relatório. “Eles são mais do que extensões da estrutura tecnológica; são reflexo de como o usuário interage com os dados pessoais e como pensa que pode lidar com os dados corporativos.”

“A perda de dados continua sendo um grande problema para consumidores e empresas”, diz Todd Gebhart, vice-presidente executivo e gerente-geral da divisão de consumidores, mobilidade e pequenas empresas da McAfee. “Os consumidores precisam de ferramentas para proteger as informações pessoais, enquanto as empresas necessitam de uma maneira de proteger sua propriedade intelectual. É muito fácil deixar um dispositivo móvel em um táxi ou no aeroporto. Este estudo mostra que ainda há muito para ser feito em relação à conscientização de usuários finais e para implementar as ferramentas certas, garantindo assim a segurança móvel.

A McAfee constatou em seu relatório global sobre as oportunidades e desafios no consumo da TI e impacto na segurança, que embora um número cada vez maior de consumidores use dispositivos móveis para atividades profissionais e pessoais, a conduta de risco e os procedimentos de segurança ineficientes são comuns.

A dependência dos dispositivos móveis já é significativa e está se intensificando rapidamente. O estudo mostra que quase metade das empresas depende muito dos dispositivos móveis. Cerca de sete em cada dez empresas confiam mais nestes dispositivos do que confiavam 12 meses atrás. A TI está cada vez mais pessoal e as empresas operam agora em um ambiente móvel heterogêneo, em que os BlackBerrys deixaram de ser o padrão. O estudo revelou que 63% dos dispositivos corporativos também são usados para atividades pessoais.

A pesquisa aponta ainda uma série de divergências entre a política e a realidade, pois 95% das empresas têm regras para os dispositivos móveis, mas só um em cada três funcionários conhece bem as normas corporativas de segurança móvel.

Segundo o levantamento, entre as principais preocupações de profissionais de TI e usuários finais estão a perda e o roubo dos aparelhos móveis; quatro em cada dez empresas tiveram dispositivos móveis perdidos ou roubados, sendo que metade desses dispositivos continha dados essenciais da companhia. Mais de um terço das perdas de dispositivos móveis afetou financeiramente as organizações e dois terços das corporações que sofreram perdas/roubos de dispositivos móveis reforçaram a segurança desses equipamentos após os incidentes.

A análise indica que embora a necessidade de reduzir os riscos e as ameaças à segurança móvel seja conhecida, menos da metade dos usuários de dispositivos faz backup dos dados armazenados em dispositivos móveis com frequência superior a uma vez por semana. Aproximadamente metade dos usuários de dispositivos armazena senhas, códigos PIN ou informações de cartão de crédito em dispositivos móveis. Um em cada três usuários armazena informações confidenciais relacionadas ao trabalho em dispositivos móveis.

"Os dispositivos móveis são mais propensos a roubo ou perda, porém as conexões móveis podem permitir a mobilidade usando mecanismos de segurança com rastreamento dos aparelhos, como o mecanismo da BlackBerry, que bloqueia smartphone e o apaga remotamente os dados", analisa Eduardo Tude, CEO da Teleco, consultoria e portal brasileiro de informações sobre telecom.

O estudo realizado em parceria com a Universidade Carnegie Mellon, em Pittsburgh, no estado da Pensilvânia nos Estados Unidos foi encomendado pela McAfee e conduzido pelo Cylab, com com a participação de mais de 1.500 profissionais da área de TI e usuários finais, em 14 países.

“Os dispositivos já não são de uso apenas pessoal ou somente profissional, são as duas coisas", avalia Richard Power, da Universidade que fez o relatório. “Eles são mais do que extensões da estrutura tecnológica; são reflexo de como o usuário interage com os dados pessoais e como pensa que pode lidar com os dados corporativos.”

“A perda de dados continua sendo um grande problema para consumidores e empresas”, diz Todd Gebhart, vice-presidente executivo e gerente-geral da divisão de consumidores, mobilidade e pequenas empresas da McAfee. “Os consumidores precisam de ferramentas para proteger as informações pessoais, enquanto as empresas necessitam de uma maneira de proteger sua propriedade intelectual. É muito fácil deixar um dispositivo móvel em um táxi ou no aeroporto. Este estudo mostra que ainda há muito para ser feito em relação à conscientização de usuários finais e para implementar as ferramentas certas, garantindo assim a segurança móvel.”          

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